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Thiago Petherson
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2,0
Enviada em 10 de outubro de 2013
Esse filme é muito fraco. Ontem assisti ao filme 'Alien O 8º Passageiro'. Apesar desse 'Alien' ser de 1979, da um banho nesse Prometheus. Esse Prometheus foi um desperdícios de bons atores. É triste ver atores como Charlize Theron e Idris Elba, que são excelentes por sinal, estarem em um fracasso desses. Muita Tecnologia pra pouco filme. NOTA 4
Bom filme, efeitos sonoros impressionantes e enredo interessante, encontraram uma boa forma de retornar ao tema de Alien embora o filme não trate diretamente do alienígena, mas fala de sua origem , bem como a do homem.
com um elenco desses o filme poderia ter saído melhor, parece mais um filme de terror q as lombrigas eram os inimigos. Mas o impecável mesmo é na fotografia q está linda e nos efeitos. #NãoVaiPraEstante
Só o fato de um filme de ficção abordar questões filosóficas é o suficiente para destaca-lo entre outros. Prometheus é um destes, realmente. Embora o diretor Ridley Scott não consiga ser um Kubrick ou Tarkovski – esta prequel da série Alien está longe de ser tão profunda quanto os filmes dos cineastas citados – mas, ao menos, se propõe a tratar com alguma inteligência do tema de qual seria a verdadeira origem do ser humano.
O contraste entre a criação religiosa da Dra. Shaw de Noomi Rapace com suas descobertas arqueológicas que desmistificam as coisas que seu pai (numa curta participação de Patrick Wilson, em flashback) lhe ensinou sobre Deus na infância são uma das coisas mais interessantes do filme – as descobertas da doutora e seu marido Charlie (Marshall-Green) em cavernas da Irlanda levam a entender que existe um planeta onde estariam os criadores do universo – consequentemente, os criadores da terra. Conseguindo apoio das empresas Weyland – do idoso Peter Weyland (Pearce) – para financiar a viagem espacial na nave Prometheus, eles partem até o local onde pretendem encontrar todas as respostas para a origem da vida – mas, chegando lá, um patógeno alienígena transformará em morte tais tentativas de entender a vida.
Fazendo um bom trabalho como Shaw, Noomi Rapace consegue ser o alicerce do filme – apesar de não ser uma Ripley – já que sua personagem tem lá seus problemas de desenvolvimento – mas nada grave – o destaque do elenco acaba ficando sobre o sempre bom Michael Fassbender, que dá uma dualidade curiosa ao androide David – misto da arrogância do Ash de Alien com a bondade do Bishop de Aliens, O Resgate – acaba sendo um “robô emotivo” – cheio de duvidas sobre as suas reais funções e querendo saber das origens da humanidade também – mesmo que utilize-se de recursos desleais contra alguns integrantes da nave.
Existem desperdícios no elenco, infelizmente. Como a forma de posicionar a Vickers da ótima Charlize Theron como uma “megera” – tentando mantê-la como uma vilã – e a pouco aprofundada personalidade do capitão da nave interpretado por Idris Elba – que “ajuda” a estragar um importante ato no final do filme. Infelizmente, é visível uma fragilidade no roteiro – que do meio para frente se perde nas questões que levanta no inicio do filme – indo para lugar nenhum. Basicamente, deixar as respostas apenas para o espectador não é justo quando o discurso do projeto simplesmente some para dar lugar aos momentos de terror e tensão – que, na maioria das vezes funciona, pelo menos – justamente por tentar criar criaturas diferentes das já vistas na série – o alien estaria ainda em formação, portanto não tem a forma como conhecemos do primeiro longa da franquia – Scott consegue chamar a atenção na tensa cena onde Shaw é obrigada a se submeter a uma cirurgia dentro de uma maquina.
Visualmente muito bem criado – os cenários são recriações perfeitas de coisas que apenas foram mencionadas ou mostradas de relance nos filmes originais – acaba sendo melhor do que as partes 3 e 4 da franquia, mas ainda assim muito longe da empatia que as duas primeiras tinham – Prometheus tenta ser mais ousado do eu realmente é, mas não se sustenta apenas por seu discurso filosófico pouco aprofundado – que morre de forma fácil, assim como alguns de seus poucos personagens bons. É um bom filme, mas poderia ser bem melhor.
Dei 3,5 neste filme que deve ser considerado uma nota altíssima, para meus padrões de ficção científica. Não curto muito este estilo, assiti cético de que o filme não iria me surpreender, porém, espantosamente, me entreti do inicio ao fim. O filme prende do inicio ao fim. História bem amarrada, com um enredo bem bacana. Assisti sem nenhum conhecimento prévio sobre do que se tratava este filme, o que pra mim foi ótimo. Os efeitos visuais são fora de série, os takes e filmografia são ótimos mesmo. Atuação de Noomi Rapace e da Charlize Theron foram muito boas mesmo, mas quem pra mim tomou conta, convenceu foi Michael Fassbender! Deu um show como o robo David. O final, lógicamente fantasioso, mas de acordo com a proposta do filme, e o que me surpreendeu que era o p'rologo do Alien. Detesto Alien e predador, mas Prometheus me surpreendeu. Muito Bom
Minha opinião: Bem temos um elenco de peso e mais o diretor @ridleyscottcg Oque poderia dar errado? Bem 1º filme sai da cronologia de #Alien Pois vemos eles antes, em #AlienvsPredador 1 e 2. Então Ridley reescreve um novo começo para Alien. Porém além do reboot também temos a descoberta de “deus” o criador dos humanos. E onde eles estavam indo a Terra para extermina-la, pois a experiência não deu certo. E o apocalipse não viria em “Fogo” e sim em “Aliens”, sim eles iriam infecta toda a raça, bem não seria “zumbis”. E temos aqui Noomi como a triz principal e Charlize como coadjuvante, e Fassbender com o ator principal e Idris como coadjuvante. O filme lembrou um pouco “Alien e o 8º Passageiro”, mas sem a magia que teve e sem ação que teve. Ficou mais superficial e não tão envolvido como foi em Alien, onde você ficava junto com a Sigourmey. Mas os efeitos, são bons. Noomi teve uma boa representação. Um bilionário que esta quase morto, investe em um projeto que ir até a um planeta que é possível que lá vive “deus” e assim conseguir rejuvenescer e se curar. A nave viaja e durante 2 anos os tripulantes ficam hibernando até chegar no planeta. Lá chegando entram dentro da estrutura, mas quando fazem isso acordam as larvas de Alien. Que já contaminam as pessoas e também são contaminadas de proposito. Enquanto todos os seres “deus” estavam mortos, foi encontrado 1 em hibernação e quando o acordam, não era nada do que esperavam. Antes que a nave fosse para a Terra, tiveram que impedir. E no final, o Alien infecta o “deus” e com isso sai um novo Alien, mais próximo do qual conhecemos. E Noomi e Fassbender (androide) encotram outra nave e vão para o planeta dos “deuses” e assim termina o filme. Uma certa neura, e o legal que tem a continuação com Ridley como diretor. Roteiro e enredo é uma ficção e fantasia da mente do diretor. A melhor maneira de descrever “fantasia”. Vale apena assistir? Para quem gosta de um elenco de peso. Nota: 6,5
Certamente não é a melhor produção do gênero ficção científica de Ridley Scott. Mas a história é muito bem elaborada e explicada, quer dizer, não é um filme nonsense. Gostei demais dos cenários. O filme até a sua metade é um pouco tedioso, mas daí para frente é bastante movimentado. Quem seria o criador supremo da humanidade? Em cima dessa premissa, o longa se debruça.
Embora tenha o peso do nome de Ridley Scott como diretor, o que já remete o espectador à espera por aqueles filmes que nos prende do começo ao fim, Prometheus acaba ficando apenas na promessa, com roteiro fraco e disperso dificulta o entendimento da história que faz conexão com personagens consagrados de outros filmes de ficção.
"Quem já assistiu Alien, do mesmo diretor, percebeu alguma semelhança com este filme. Os efeitos especiais são muito bons, talvez a tecnologia atual tenha motivado Scott a "explicar" Alien, fazendo um filme mais bem detalhado, algo que não era possível há 33 anos atrás."
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