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Carlotha S.
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3 críticas
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4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2016
A obra é muito delicada, sutil, o passar o do filme acontece e você não percebe. O filme é leve, compreensível e ao mesmo tempo ágil demais. A interpretação de Eddie Redmayne e Alicia Vinkander são impecáveis, é possível sentir o sofrimento de Lili e Gerda no olhar dos artistas, a sensação de impotência, de nada poder fazer para mudar a situação. A dor que exala os poros é bem visível na ansiedade que Lili passa antes de mudar o rumo de sua história. O final por incrível que parece nos comove, e olha que o autor nem explora muito o sentimentalismo do público, mesmo assim, lágrimas rolam, mas consolam. Pois as mentes abertas conseguem entender o quanto isso foi importante. Há que se fazer uma reflexão a cerca de toda dificuldade que os transgeneros enfrentam desde décadas atrás. Atual da Alicia (SENSACIONAL) e o Eddie (formidável)
Excelente filme! A atuaçao de Eddie está como sempre digna de Oscar! A capacidade que esse ator possui de dar vida ao personagem é fabulosa! O amor da personagem Gerda nos faz refletir que só o amor é capaz de superar e vencer todas as barreiras, mais até do que a busca de se autoconhecer que o personagem Lili possuía. Super recomendo!
Filme sensacional, prende a atenção e posso dizer que estou com a consciência encantada por cada passo do filme. Cada take mostra sentimentos da história, cada momento (que com certeza quer te fazer chorar, uma hora ou outra). Mostra com total profissionalidade e também emoção da produção (trilha sonora, roteiro e fotografia). O filme passa uma mensagem incrível para os espectadores de que: se sentir como quem você É realmente, não é e nunca será considerado uma doença ; não tenha medo de ser você mesmo ; o amor nunca acaba, independente do que aconteça. A atuação de Eddie Redwayne está melhor do que nunca, a sensibilidade de interpretar esse papel é totalmente visível até o final. E o mesmo digo de Alicia Vikander, sua atuação foi BRILHANTE, assim de como todos os outros atores coadjuvantes. Aplauso de pé esta magnifica obra de Tom Hooper e há todas as pessoas que tiveram tanto afeto para produzir e representar esta extraordinária história. OBS: Que venha o Oscar para eles. Mais que merecido.
Com certeza esse filme vai ser uma paulada na cabeça de muita gente. Ao meu ver, o filme vai mostra como às coisas acontecem quando se trata de homossexualidade.
Emocionante e tocante. Nem mesmo a referência histórica errada e a cena de luta conseguiram estragar esse filme. História espetacular assim como a direção fotográfica e musical. 5 estrelas com certeza.
"The Danish Girl é um filme estadunidense de drama-pseudo-biográfico, dirigido por Tom Hooper, baseado no romance homônimo de David Ebershoff e vagamente inspirado na vida das pintoras dinamarquesas Lili Elbe e Gerda Wegener."
Acabei de assistir, e posso dizer que estou com a consciência encantada por cada passo do filme. Cada take mostra sentimentos da história, cada momento (que com certeza quer te fazer chorar, uma hora ou outra). Mostra com total profissionalidade e também emoção da produção (trilha sonora, roteiro e fotografia).
O filme passa uma mensagem incrível para os espectadores de que: 1º: se sentir como quem você É realmente, não é e nunca será considerado uma doença. 2º: não tenha medo de ser você mesmo. 3º: o amor nunca acaba, independente do que aconteça.
A atuação de Eddie Redwayne está melhor do que nunca, a sensibilidade de interpretar esse papel é totalmente visível até o final do longa. E o mesmo digo de Alicia Vikander, sua atuação foi BRILHANTE, assim de como todos os outros atores coadjuvantes.
Aplauso de pé esta magnifica obra de Tom Hooper e há todas as pessoas que tiveram tanto afeto para produzir e representar esta extraordinária história.
OBS: Que venha o Oscar para eles. Mais que merecido.
Um filme muito interessante, ainda mais por se tratar de fatos reais, do que possivelmente é um dos primeiros casos abertos de transexualidade. Um homem que totalmente à frente de sua época e em busca de sua felicidade, sem se importar com a sociedade e seus julgamentos, foge de diagnósticos absurdos e errôneos até mesmo pela falta de conhecimento e chega aos limites para se transformar completamente na sua essência. Por outro lado, ainda acompanhamos o sofrimento da coadjuvante que dividida entre seu amor incondicional e seus instintos femininos, apoia seu parceiro em toda sua jornada. Eddie Redhayne se aparenta mais uma vez um grande ator. Não se trata de sexo. Não tem promiscuidade ou homossexualidade. Temos uma pessoa trocada em seu íntimo, que expõe suas fraquezas, medos e confusões. Com um final triste, porém feliz em sua realização. Um legado histórico nasce aí. Fica uma parte de seu diálogo... "Deus me fez assim, a vida apenas me disfarçou".
O interessante do filme é o conflito psicológico vivido pelo Einer/Lili, interpretado divinamente por Eddie Redmayne: os olhares, o movimentar das mão e o andar estão bem sutis condizendo com sua (re)descoberta de gênero. A atuação da Alicia Vikander foi na medida certa: forte, mas ao mesmo tempo com uma incrível dedicação à pessoa amada. Belo filme!
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