Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Jennifer L.
1 crítica
Seguir usuário
3,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2016
Esperava mais de 'A garota Dinamarquesa', o trailer deu a impressão de que o filme seria melhor. Quanto o filme o início foi promissor, mas o desenvolvimento foi lento e por vezes chato, sem falar na direção didática e convencia do Tom Hooper. Não gostei muito da atuação do Eddie Redmayne, as expressões dele como Lili eram muito repetitivas e os sorrisos a todo tempo me irritaram, acredito que ele tenha sido prejudicado pelo roteiro que foi mais voltado para Gerda do que para Lili. Alicia Vikander rouba o filme inteiro para ela, ofuscou o Eddie e fez da Gerda uma personagem mais simpática que a própria Lili, na minha opinião a verdadeira garota dinamarquesa do filme é a Gerda.
O filme tem um tema muito delicado e forte, porém o filme deixa muito à desejar como história, pois em alguns momentos falta explicação nos sentimentos dos personagens. O que segura mesmo a trama são as atuações de Eddie Redmayne, mais uma vez impecável como Einar/Lili, forte candidato ao Oscar, porém sem o lobby que tem o Di Caprio. Alicia Vikander merece o Oscar de coadjuvante, atuação quase perfeita.
Não fosse o filme biográfico, difícil seria acreditar num amor tão dedicado e tão incondicional. Uma história brilhante que nos traz nosso comportamento, valores e preconceitos ao longo do tempo, quando a questão é "opção" sexual. A esposa Gerda (Alicia Vikander) merece uma atenção especial pois foi fundamental para a historia de Einar Wegener, protagonizado de maneira brilhante por Eddie Redmayne; que na minha opinião merece muitos prêmios.
Me emocionei muito com os diálogos bem construídos e bem humorados. A elegância, o olhar tímido e as piscadas de Lili. O brejo e no final, a cena quando a echarpe que ela tanto gostava voa, e sua fiel esposa e amiga diz para deixar voar. Lindo.
Um bom filme. Um drama sobre sexualidade. A direção foi irretocável, considerando a complexidade do tema. Eddie Redmayne, perfeito, embora não acredite em sua premiação. Quanto a Alicia Vikander, no papel de Gerda Wegener, apenas um bom desempenho, também não leva a estatueta de atriz coadjuvante. O filme, embora retrate uma época um pouco distante, trata do tema de forma mito madura e atual. As incertezas, a vida dupla, a insegurança o envolvimento de pessoas que sempre estiveram ao lado, retratam o que ainda acontece hoje em dia nas vidas dos homossexuais. Muito interessante, vale a pena. O tema está na moda, também em Hollywood, temos dois filmes tratando disso esse ano.
Gente, estou completamente apaixonada, encantada e surpresa com esse filme. Talvez nem tão surpresa, porque tinha CERTEZA que o Eddie faria muito bem o papel de protagonista de novo. Atualmente tem sido meu ator favorito, sem dúvidas. Todo filme que essa criatura faz é digna de aplausos, ele de fato incorporou na personagem Lili e em momento algum eu me lembrei que na realidade era um homem fazendo o papel de uma mulher. A impressão que o ator passa é que de fato é uma mulher, já nascida assim. É impressionante sua atuação! Alicia também foi espetacular e provavelmente o casal ganhará o Oscar/2016. Sobre o filme.. INCRIVEL com todas as letras! Cada detalhe da história muito bem contado, os atores, os figurinos, as obras de artes expostas, a música.. absolutamente tudo. Sem tirar nem por, com certeza esse já é o filme do ano!
Um filme emocionante, com uma história linda. A atuação de Eddie Redmayne e Alicia Vikander, não encontrei um adjetivo ou palavra para descrever a entrega aos personagens que os dois realizaram. A fotografia do filme é sensacional.
The Danish Girl é um bom filme sobre uma história inspiradora. Eddie Redmayne está fantástico e Alicia Vikander esta BRILHANTE e merece muito o oscar de atriz coadjuvante esse ano. Eddie até merece, porém concorre com Leo DiCaprio que merece muito mais por toda sua carreira. O longa também apresenta uma boa direção de arte e uma trilha sonora apreciável. Os defeitos estão em minha opinião na direção, que poderia ter sido mais ousada, e no roteiro que poderia ter cortado algumas cenas e incluído outras. Filme muito bom, recomendo
Em "A garota dinamarquesa", o diretor Tom Hooper encara o desafio de enveredar pelo drama pessoal do pintor Einar Wegener (Eddie Redmayne) e de sua esposa Gerda Wegener (Alicia Vikander), o qual em plena década de 1920 enfrenta os desafios da transexualidade, sendo mesmo o pioneiro nesse quesito. O filme se baseia em uma obra ficcional, mas a técnica de Redmayne combinada com a sensibilidade de Vikander conta de forma terna o processo vivido na vida real pelo pintor dinamarquês. No terreno pantanoso da patrulha LGBT, que tal qual as feministas, nos primórdios do ativismo, por vezes precisa atacar para não ter que se defender, chegou-se a cogitar que Redmayne não estaria à altura do desafio de interpretar um transexual e que seria melhor uma atriz trans, sem levar em conta que o cinema é uma representação, salvaram-se todos, inclusive os coadjuvantes Matthias Schoenaerts (Hans Axgil) e Ben Whishaw (Henrik), este expondo didaticamente ao público a diferença entre o B, o G e o T da sigla anteriormente mencionada, com extrema dignidade. Redmayne, que confessou não entender da problemática transgênera tratou com respeito dramatúrgico o tema, lembrando que independentemente dos conflitos de identidade e sexualidade é um grande desafio aceitar e acolher outro ser humano em toda a sua complexidade. Vale a pena conferir!
Filme genial ,onde o conflito da sexualidade é transcendido pelo amor do casal. A excelente atriz sueca vem evoluindo demais rumo a um Oscar em breve, quanto ao ator repete o talento de tantos prêmios recebidos.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade