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Eduardo F.
17 seguidores
16 críticas
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3,5
Enviada em 27 de novembro de 2014
Isso é que eu chamo de drama. Direito de amar é um filme muito sensível e que só quem aprecia um filme pela arte irá gostar. O monólogo do ator, a fotografia, as cores quentes e o preto e branco das cenas são de uma sensibilidade fantástica. Pena que a Julianne Moore nao apareça muito no filme, mas sua breve atuação é esplêndida.
O filme é tecnicamente muito bom, fotografia, direção de arte, etc, além da excelente atuação de Colin Firth, no entrando o roteiro não é assim tão estimulante.
Direito de Amar tem um roteiro com algumas falhas, mas as atuações valem e fazem as deficiências do roteiro ficarem esquecidas. Colin Firth compõe uma personagem complexa, sensível, melancólica, com seu modo de falar, trejeitos, olhares, tudo favorece à construção de sua personagem: um professor universitário em crise existencial após o falecimento do amante. os silêncios e olhares contemplativos do filme se sobrepõem às falhas de roteiro. Julianne Moore aparece pouco, mas quando aparece, mostra todo seu talento, sua personagem é o contraponto da vivida por Firth. Porém, as duas são personagens melancólicas e em crise. O direito de amar é discutido e é valorizado o amor em qualquer que seja sua maneira e/ou vertente. E o valor à vida também é sugerido na obra. Porém, o roteiro poderia explorar melhor esses dois últimos fatores por mim levantados, contudo não explora e o filme, no geral, fica a desejar. As atuações é que valem o acompanhar do desenrolar da obra. A parte técnica é notável. A fotografia e a trilha sonora principalmente. O diretor Tom Ford tem um futuro promissor, mas precisando trabalhar melhor seus roteiros. nota: 6,0.
Um filme bom, mas nada fora da curva… diria que esquecível. O filme reflete sobre o tempo e como a vida é do jeito que ela é, do jeito que tem que ser. O redescobrimento da beleza da vida é delicadamente explorado através da grande atuação de Colin Firth, principalmente através dos seus diálogos com os personagens secundários (Jim, Charlotte, Carlos e Kenny) e pelas imagens em câmera lenta, quando George atenta-se aos prazeres rotineiros que regozija a sua vida. A fotografia de Tom Ford, assim como em Animais Noturnos, realmente chama a atenção e cria o clima refinado do filme. Julianne (belíssima aqui) e Colin estão ótimos nos papéis.
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