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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 20 de outubro de 2021
Aaron Taylor-Johnson estrela esse bom filme sobre a lenda Lennon numa visão inicial de uma trajetória e muitas das mazelas antes da fama. apesar das falhas de roteiro, vale sim a pena conferir.
O roteiro é muito empolgante.E isso o filme mostra com coisa bastante destacada no filme,é a melhor atuação de Aaron Johnson na sua o melhor de si,e conseguiu fazer um grande trabalho.
Na primeira cena temos apenas o primeiro acorde de "A Hard Day's Night", que nunca irá se completar, pois Nowhere Boy narra apenas a história do Beatle antes de efetivamente formar o grupo. Várias referências ao mundo Beatleniano, como Strawberry Fields, Walrus. Uma viagem em torno do relacionamento entre John Lennon e sua mãe, e o que levou com que sua personalidade fosse como é. Quer dizer, essa pelo menos é a teoria do filme de Sam Taylor-Johnson.
Um drama autêntico e comovente que lança um olhar sobre a vida de um pré-Beatle de 17 anos de idade, John Lennon. A abordagem narrativa sensível e notável desempenho de Aaron Johnson seguram o espectador na maior parte do tempo, e impressiona o fato de não fazer tanta diferença Johnson não se parecer nada com o biografado, tamanho talento do ator, que soube pegar a essência do artista. Embora o filme se divida demais entre retratar os dramas pessoais de Lennon e desenvolver uma trama com enfoque no início de sua carreira musical, o longa condensa bem todos os acontecimentos. Mas a impressão que dá é de que o filme termina de maneira abrupta, sem dar a devida importância aos pontos mais relevantes da trajetória pré-Beatles de Lennon, como por exemplo, a relação com Paul e George, que aqui não tem a devida atenção. Demasiando uns errinhos bobos aqui e ali, o saldo é bastante positivo.
Engraçado, John Lennon querendo ser o Elvis Presley, mal ele sabia quem se tornaria um dia... Beatles era e são uma banda que te marca com as sua músicas, e não poderia ficar sem um filme, e desse cara!!!
Um drama autêntico e comovente que lança um olhar sobre a vida de um pré-Beatle de 17 anos de idade, John Lennon. A abordagem narrativa sensível e notável desempenho de Aaron Johnson seguram o espectador na maior parte do tempo, e impressiona o fato de não fazer tanta diferença Johnson não se parecer nada com o biografado, tamanho talento do ator, que soube encontrar o tom certo. Embora o filme se divida demais entre retratar os dramas pessoais de Lennon e desenvolver uma trama com enfoque no início de sua carreira musical, o longa condensa bem todos os acontecimentos. Mas a impressão que dá é de que o filme termina de maneira abrupta, sem dar a devida importância aos pontos mais relevantes da trajetória pré-Beatles de Lennon, como por exemplo, a relação com Paul e George, que aqui não tem a devida atenção. Demasiando uns errinhos bobos aqui e ali, o saldo é bastante positivo.
Não vou mentir: não fiquei muito satisfeita com “O garoto de Liverpool”. Achei que ia mostrar mais sobre a vida de John Lennon ou até mesmo sobre o estrondoso sucesso do quarteto britânico. Na verdade, é um filme bastante focado na infância e na adolescência do cantor, no relacionamento dele com a mãe, com a tia, com os integrantes da banda (dos Beatles, somente Paul McCartney, inicialmente), com a namorada (ou seja lá o que aquela garota era), e por aí vai. Não deixa de ser interessante.
Interessante saber sobre a adolescência do JOhn e principalmente de seus problemas familiares, o filme é bem ambientado e a trilha sonora bem bacana, mas o filme não chega a empolgar, algumas cenas desnecessárias e algumas reações um pouco forçadas, vale como curiosidade.
“A história sobre a relação familiar de John Lennon não consegue ser interessante o suficiente principalmente pra quem não conhece Os Beatles. E o filme fica meio dividido entre a criação da banda e a relação com sua família. Tem momentos emocionantes, também com momentos acelerados demais, como a criação da banda, e a sensação que fica é esse assunto quase não tem importância no filme.”
O filme abrange a infância de John indo até a adolescência, com seus dramas pessoais e familiares. É uma pena que não contemple sua época de Beatles e pós também, com Yoko. Enfim, gostei!
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