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Jorge Eduardo M.
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349 críticas
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3,0
Enviada em 19 de junho de 2021
O filme vale mais pela ação. O roteiro tem até uma história de corrupção, onde pessoas ligadas a cargos do alto escalão, querem destruir o distrito para lucrar em cima de construções e manipula uma ação matando uns policiais numa guarnição e fazem com q a população pensem ter sido uma chacina no distrito e assim deixar o caminho aberto para execução de destruição da área. O filme tem boas cenas de lutas, fugas, mas TB tem suas mentiras pra lá de exageradas, como a fuga de carro no prédio. Outro ponto questionável é o êxito nas ações contra os corruptos, onde "os bandidos" praticamente viram mocinhos, sem usar armas e não sofrem uma baixa. Apenas um pouco melhor q o primeiro.
Paris, 2016. O governo continua mantendo criminosos de várias etnias e crenças num bairro cercado por muros, o B13. Contudo, um plano radical está em curso para exterminar todos em prol de um programa de reconstrução do bairro. O capitão Damien Tomaso (Cyril Raffaelli) e seu parceiro Leïto (David Belle) se envolvem numa trama de conspiração e união entre inimigos, em busca de uma solução para o problema. Bom Filme Otimas Cenas De Açao E Boas Atuaçoes Nota 8.0
Quem disse que o cinema francês só produzem bons filmes de comédia romântica?Ta aí uma prova que ainda o gênero da ação pode ser bem aproveitado,e com ótimas novas comanda essa nova aventura é Patrick Alessandrin,o homem que se destacou em sua carreira ao realizar 13 trazendo péssimos filmes,como Espírito do Mal e Férias de Verão,esse último declarado por ele mesmo,nem ser um filme de verdade.O filme é bela pedida,aos fãs da ação bem movimentada,onde o elenco mostra bem a arte popular da França,e faz com que o filme se torne uma boa continuação.
**13º Distrito – Ultimato (Banlieue 13: Ultimatum, 2009) – 101 min** é a continuação direta do fenômeno francês que transformou o parkour em linguagem cinematográfica: **13º Distrito**. Dirigido por **Patrick Alessandrin** e produzido por **Luc Besson**, o longa tenta ampliar o universo de um dos filmes de ação mais influentes dos anos 2000, mas encontra dificuldades em repetir o impacto do original. Ainda assim, carrega consigo um subtexto social forte, que fala sobre segregação urbana, manipulação política e a transformação da miséria em oportunidade imobiliária.
**Elenco e personagens:** o retorno de **David Belle** como Lino e **Cyril Raffaelli** como Capitão Damien Tomaso mantém viva a essência física da franquia. A química entre o ex-criminoso que luta pelo seu bairro e o policial que questiona o sistema continua sendo o coração da narrativa. Os dois representam lados opostos que se unem contra um inimigo maior: o próprio Estado corrompido.
**Gêneros:** ação e ficção policial, com forte viés de crítica social urbana.
**Enredo e construção dramática:** a trama gira novamente em torno do B-13, agora ameaçado por um plano governamental que pretende apagar o distrito do mapa sob o pretexto de segurança nacional. A falsa ameaça da bomba nuclear funciona como metáfora para algo maior: o medo sendo usado como ferramenta de controle. Porém, diferente do primeiro filme, que era direto e visceral, aqui a narrativa se alonga em conspirações políticas que diminuem o ritmo e diluem a tensão. Falta a urgência que fazia cada corrida pelos telhados parecer uma questão de sobrevivência.
**Produção, fotografia e ação:** tecnicamente competente, mas menos crua. A fotografia mantém o contraste entre a decadência do gueto e o poder institucional, porém com menos identidade visual que o original. As cenas de parkour — marca registrada da franquia — continuam impressionantes, mas aparecem com menor frequência e impacto. O que antes era revolucionário aqui soa mais como repetição.
**Efeitos especiais:** funcionais, mas discretos. O foco segue sendo o movimento físico real, o que ainda é um mérito dentro do cinema de ação contemporâneo.
**Atuações:** David Belle continua sendo mais presença corporal do que dramática — e isso nunca foi um problema, porque seu corpo é a narrativa. Cyril Raffaelli entrega novamente um Damien carismático e humano, o elo entre espectador e crítica social do filme. O restante do elenco serve mais como peça dentro do jogo político do roteiro.
**Comparações e legado:** inevitavelmente vive à sombra do primeiro filme e de produções que beberam da mesma fonte, como **B13: O Filme** e até obras que exploram ação urbana com crítica social. O original era revolução; este é expansão de universo — porém sem a mesma alma.
**Avaliação final:** *13º Distrito – Ultimato* tem discurso, tem protagonistas carismáticos e ainda possui momentos de ação física acima da média, mas perde força ao trocar a simplicidade brutal do primeiro por uma trama mais política e menos intensa. Vale assistir como fechamento da história e pelo carisma da dupla principal, mas dificilmente alcança o status cult do antecessor.
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