Um Método Perigoso
Média
3,8
354 notas

29 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

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3,5
Enviada em 30 de julho de 2021
Keira Knightley, Michael Fassbender e Viggo Mortensen estrelam esse filme do premiado diretor David Cronenberg que aqui está um distante do seu estilo mais grosso de ser, com uma pegada mais de diálogos e drama. Um filme bom, mais pouco lembrado.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Cronenberg, um diretor geralmente fascinante (Terapia de Risco), por algum motivo, dirigiu um filme burocrático que conta a história de amizade entre Sigmund Freud (Viggo Mortensen) e Carl Jung (Michael Fassbender) como um documentário da BBC. No meio envolve a russa judia Sabina Spielrein (Keira Knightley), de paciente para amante e posteriormente médica.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de agosto de 2020
Baseado em uma história real, o filme “Um Método Perigoso”, dirigido por David Cronenberg, fala sobre o encontro pessoal e profissional entre dois dos mais importantes teóricos da psicologia: Carl Gustav Jung (Michael Fassbender) e Sigmund Freud (Viggo Mortensen), quando ambos tinham em comum o fato de estarem dedicados a buscar a cura dos pacientes pela fala, primeiramente, pela psicanálise; posteriormente, quando as diferenças científicas se acentuam entre os dois, com a psicologia analítica fundada por Jung.

Além desse encontro, um outro é muito importante para o filme: o que ocorre entre Jung e uma de suas pacientes, Sabina Spielrein (Keira Knightley, naquela que, na minha opinião, é a melhor atuação de sua carreira). É com ela, e sob a orientação de Freud, que Jung começa um tratamento inovador para a época, com o objetivo de, por meio da conversa, fazer com que o paciente encontre a raiz dos seus problemas e possa ir trabalhando eles até encontrar a cura. Além de cobaia, Sabina será, futuramente, uma discípula de seus mestres, na medida em que se forma em Medicina e se torna especialista em Psicologia Infantil.

“Um Método Perigoso” faz parte de uma linhagem mais recente de filmes dirigidos por David Cronenberg, em que o diretor dialoga com a linguagem mais tradicional do cinema, fugindo do experimentalismo que foi a marca de boa parte de sua carreira. O longa tem uma boa reconstituição de época, com trabalhos sólidos de figurinos e direção de arte e seu ponto mais positivo, talvez, seja a captura de um momento histórico tão efervescente pra ciência e pelo fato de conseguir transmitir isso de uma forma que seja compreendida por todos nós.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2016
-Filme assistido em 01 de Fevereiro de 2016
-Nota 7/10

David Cronenberg muda aqui seu método,e nos leva a uma viagem entre Zurique e Viena.Nos leva ao íntimo de Jung e Freud.Que ainda hoje dá muito o que falar.Só que entre eles existe a tentadora Sabina Spielrein (Keyra Knightley).

"Um Método Perigoso",é um filme para todos os públicos.Mesmo aqueles que são exímios admiradores dos personagens,ou até mesmo,aqueles que não conhecem nada sequer da história.O roteiro é bem criado sobre os três principais personagens,consegue prender muito quem assiste.Sempre na companhia de um bom figurino e uma ótima fotografia.
Michael Fassbender agrada em mais um super personagem.Viggo Mortensen como sempre frio em suas atuações,consegue destaque positivo,mesmo demorando a entrar na história.Só que dessa vez,eu fico com a atuação de Keyra.A atriz está mais que perfeita.Se entrega de uma forma linda a sua personagem.Um de seus melhores trabalhos,sem dúvida.
Almir S.
Almir S.

306 seguidores 214 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de janeiro de 2013
RUIM. um filme cheio de bla,bla,bla somente pra intelectual assistir e entender, sem emoções ou coisa do tipo, um filme arrastado.
Somente Kiera Knightley soube atuar pra ajudar um pouquinho o filme.
Os últimos filmes de Cronemberg estão muito chatos, não tô gostando do estilo de carreira que ele está seguindo.
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de março de 2015
Antes de tudo o filme é uma aula de história, serviu para consolidar várias informações desencontradas que eu como leigo tinha.
A trama se desenvolve numa ambientação perfeita, figurinos e interpretações memoráveis.
Para fechar com chave de ouro, antes de terminar o filme sabemos o final de cada personagem.
Matheus A.
Matheus A.

25 seguidores 13 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de fevereiro de 2013
Uma experiência realmente gratificante assistir a "Um Método Perigoso", que excedeu com louvor as expectativas que tinha pelo filme. O ponto alto da produção, além de seu talentosíssimo elenco, é sem dúvidas, o roteiro muito bem concebido, principalmente por obter máximo êxito ao brindar o espectador com uma história inteligente que se mantém muito fiel aos fatos e com diálogos ricos que em momento algum soam pretensiosos.

A química entre os atores é muito boa, o que só fortifica o desenvolvimento da relação entre Jung e Freud, marcada pelo anseio e orgulho de ambos ao defenderem métodos distintos para a execução de seu ofício, que ganham força e convicção após Jung, tomado pelo desejo do qual antes "curava" seus pacientes, desrespeitar um de seus próprios princípios e passar a questionar Freud, fazendo a rivalidade suprir a amizade entre os dois.

"Um Método Perigoso" é uma bela e relevante obra que merece ser assistida, pois além de cinema de qualidade, trata-se de uma boa aula para os menos familiarizados com as origens da psicanálise.
Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 891 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de dezembro de 2025
Um método perigoso é um filme dramático que foi dirigido por David Cronenberg e roteiro de Christopher Hampton (baseado em sua peça teatral) e livro de John Kerr. Na trama, acompanhamos Carl Jung (Michael Fassbender) que passa a tratar uma jovem paciente Sabina Spielrein (Keira Knightley), que sofre de histeria com os métodos de Freud (Viggo Mortensen). Porém, devido ao envolvimento entre Jung e a sua paciente, gera uma grande rivalidade com Freud. O filme em seu primeiro ato busca uma apresentação clara dos personagens principais e o método de “curar pela fala” que era aplicado em Sabina. Além das teorias voltadas a sexualidade de Freud e os contrapontos de Jung (provando que embora existisse uma admiração profissional de ambas as partes, existia uma faísca entre eles) e isso foi piorando diante da paixão e prazeres guardados entre Jung e sua paciente. O roteiro talvez tenha pecado em alguns diálogos que poderiam ser mais sutis no filme, a redundância chega a ser cômica (mas não proposital). Ao menos podemos dizer que o roteiro conseguiu extrair o máximo dos atores, que conseguiram transmitir com maestria aquilo que realmente foi Jung e Freud (ótima interpretações dos 3 protagonistas). A narrativa ganha força após o envolvimento entre Jung e Sabina, mostrando a fragilidade de Jung e como isso reverbera em um Freud que não mede as palavras para criticar o colega de profissão. O filme se torna mais interessante quando se é mas discutido do que é visto.
Ana Elisa R.
Ana Elisa R.

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de janeiro de 2013
Ótimo filme. David Croneberg não me decepcionou dessa vez. Simplesmente adorei o filme, já que minha mãe é psicóloga então consegui ver no filme algumas coisas das quais ela já comentou comigo, como por exemplo, Freud. A história é ótima e David Croneberg soube aproveitá-la muito bem. Recomendo a todos.
Anne S
Anne S

13 seguidores 65 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 17 de setembro de 2018
Que filme horrivel, e que crítica parcial do Adorpcinema. Sou muito interessada em filmes com essa temática, mas esse é apenas burocrático, que tem como charme ter sido dirigido por David Cronnemberg. Pouco, muito pouco e risível detalhe. "Jornada da Alma", um filme fraco? Só para is tendenciosos. "Jornada da Alma" dá de 10 a 0 nesse filme horroroso. Nada se salva. Arrastado e monótono, caricato e que esconde fatos que a História conta. Todos estão horrivelmente mal nesse filne. Pra esquecer!
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