Rambo: Até o Fim
Média
3,9
750 notas

169 Críticas do usuário

5
98 críticas
4
27 críticas
3
14 críticas
2
17 críticas
1
6 críticas
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7 críticas
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Diogo Codiceira
Diogo Codiceira

24 seguidores 848 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de janeiro de 2026
Rambo 5- Até o fim aconteceu 11 anos após o último filme. A direção ficou com Adrian Grunberg e roteiro de Sylvester Stallone e Matthew Cirulnick. Na trama, acompanhamos John Rambo (Sylvester Stallone) que vive recluso em um rancho cuidado de uma adolescente Gabriela (Yvette Monreal). Porém, a jovem ao atravessar a fronteira com o México acaba sendo sequestrada por um carteal. Rambo deve voltar a suas origens para buscar salva a jovem. O que difere a premissa desse filme com os demais da franquia é a integração de Rambo em sua sociedade, na casa em que seu pai morou, mas com outra familia que o considera como sua. Além disso, logo no começo percebemos que ele é voluntário e salva pessoas. Ou seja, o Rambo parece ter se achado. Além disso, o filme ganha uma certa dramaticidade ao colocar a personagem Gabriela como praticamente a sua filha, logo isso restaurante a sua fé na humanidade. Apesar de errarem em não oferecer um bom respaldo da menina ir ao México para quer saber do seu pai que nunca a viu o motivo de te-la abandonado. Vale tbm lembrar que o personagem nao curou dos seus traumas: o mesmo vive em túneis. As premissas são boas pois já é uma justificativa boa para Rambo voltar a ser a máquina de morte que todos querem ver. Porém, no segundo ato, o roteiro peca ao inserir mal personagem secundários como Cármen (Paz Vega), uma personagem praticamente inútil. A trilha sonora é caracterizada ainda pela mesma trilha de ação do primeiro filme e embala um sentimento nostálgico apenas na sua parte final. O filme guarda novamente o seu melhor para um terceiro ato com cenas de acao e explosões. Mas antes fazem questão de mostrar que Rambo está preparado e com sede de vingança. As cenas sao boas , as mortes sao perfeitas, mas a mensagem passada é que esse buscou uma fé do personagem a humanidade, mas que na verdade está perdida e que Rambo deve guardar para si, a memória daqueles a quem realmente amou. O cast do filme mostra cenas dos 3 primeiros filmes e nos bate uma forte nostalgia. Afranquia fecha de forma ate agradável, melhor do que muitos filmes de acao atual. Aguardemos o remake desse personagem cativante.
Jhow Mkn
Jhow Mkn

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de dezembro de 2025
O Rambo é muito foda sou grande fã da franquia o 2 3 e 4 sao os melhores.
Luiz Marcelo (Padreco)
Luiz Marcelo (Padreco)

21 seguidores 120 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 30 de novembro de 2025
Não é um filme ruim, avalio como regular, porém fugiu da essência dos filmes anteriores da franquia. Neste filme constatamos que o personagem / ator perdeu o fôlego, porém Rambo é Rambo e apresenta uma atuação razoável para este espetacular personagem. Tela muito escura, prejudicando a qualidade do filme e o único momento que empolga do filme é do meio para o final, ou seja, ainda bem que o filme tem apenas 90 minutos. Trilha sonora boa. Outros personagens de razoáveis para ruins, bem longe da qualidade do personagem principal. Cenas de violência boas, principalmente o final. O roteiro do filme ficou devendo, comprometendo os primeiros 45 minutos, que são fracos.
Ricardo “Sheik” Ferraz Andrade de Campos
Ricardo “Sheik” Ferraz Andrade de Campos

12 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 23 de janeiro de 2025
Rambo "Ainda Estou Aqui" é mais uma história do decadente heroi americano que, mesmo cambaleante, continua sendo suficientemente forte e viril para acabar com o mal da humanidade, no caso, uma máfia mexicana inteira. Através de sua coragem e estratégia aprendida na Guerra do Vietnã, o quase octagenário militar,consegue encarar dezendas de hermanos submetendo-os a todo tipo de morte violenta, retirados do seu vasto repertório de armas e armadilhas. Um filme preconceituoso que retrata o povo mexicano como marginal, inescrupuloso e desumano bem como o norte-americano como ético, familiar e moralista. Uma podridão.
Maria das dores Lima
Maria das dores Lima

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 20 de janeiro de 2025
Filme excelente um dos melhores que já assisti na minha vida
Recomendo que assistam não vão se arrepender
Rafael Zanirati
Rafael Zanirati

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2025
Na minha humilde opinião, o melhor de todos. A história é muito legal e o personagem se mostra maduro em todas as suas ações, o que não significa que o filme não tem ação. Isso tem na medida certa.
Uma verdadeira obra prima.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 25 de setembro de 2024
“Rambo: Last Blood” marca o encerramento da saga de John Rambo, interpretado por Sylvester Stallone, um ícone dos filmes de ação dos anos 80. Ao longo de décadas, o personagem evoluiu de um veterano traumatizado da Guerra do Vietnã, que luta contra seus próprios demônios e os inimigos que surgem ao seu redor, para um símbolo da violência brutal, sempre à procura de justiça ou vingança. Este último capítulo da série tenta encerrar a jornada do personagem, mas o faz de forma controversa, levantando questões sobre o uso de estereótipos, a abordagem narrativa e o legado de Rambo.

O filme começa com Rambo vivendo em relativo isolamento e tentando lidar com sua solidão e traumas passados. Agora mais velho, ele cuida de sua fazenda no Arizona e tenta proporcionar uma vida tranquila para sua sobrinha Gabrielle, uma das poucas conexões humanas que lhe restam. A partir daí, a trama é impulsionada quando Gabrielle é sequestrada por um cartel mexicano após tentar encontrar seu pai biológico. O enredo segue o velho padrão dos filmes de ação: um protagonista que parte em uma missão de resgate e, eventualmente, busca vingança, o que não é surpreendente, dada a trajetória do personagem ao longo da franquia.

Embora o filme traga novamente a imagem icônica de Rambo como um homem violento e brutal, o que realmente se destaca são as camadas emocionais de um herói desgastado pelo tempo e pelas perdas. A dor pela morte da sobrinha desencadeia em Rambo um desespero que transcende a vingança física; ele se questiona por que não foi ele quem morreu. Essa reflexão, embora breve, adiciona uma profundidade emocional rara em filmes de ação, sugerindo que Rambo, como herói trágico, não luta apenas contra os vilões, mas contra a própria futilidade de sua existência.

No entanto, por mais que Stallone consiga oferecer um retrato emocionalmente convincente de um homem quebrado pelo tempo e pela violência, “Rambo: Last Blood” falha ao cair em clichês e estereótipos que enfraquecem sua narrativa. A representação do México e dos mexicanos como vilões unidimensionais é um dos pontos mais criticados. O filme pinta o país como um território dominado por cartéis cruéis, sem oferecer nuances ou complexidades a esses personagens, o que reforça uma visão simplista e estereotipada. Esse uso de vilões estereotipados enfraquece o impacto da trama, tornando o filme previsível em muitos momentos.

A violência gráfica, uma característica da série Rambo, atinge aqui novos patamares. As cenas de combate e as armadilhas mortais que Rambo prepara no clímax do filme são brutais e sangrentas, reforçando o lado brutal do personagem. No entanto, essa brutalidade, embora visualmente impactante, traz à tona o dilema moral do filme: a violência incessante e quase mecânica de Rambo ainda pode ser justificada, especialmente quando o personagem parece estar lutando uma batalha perdida consigo mesmo?

A despedida de Rambo, simbolizada pela cena final em que ele, ensanguentado, senta-se em sua varanda, olhando para o horizonte, sugere um fim silencioso e contemplativo. É o fechamento de um ciclo, onde o personagem não encontra paz ou redenção, mas apenas a aceitação de quem ele se tornou. Ele é, em última análise, um guerreiro que não sabe viver em paz, pois sua vida sempre foi marcada pela guerra e pelo sofrimento.

Em termos críticos, “Rambo: Last Blood” foi alvo de duras críticas, tanto pela trama superficial quanto pela utilização excessiva de violência e clichês. Entretanto, é importante lembrar que, dentro do contexto da própria obra, este filme não busca inovar ou reformular o personagem. Em vez disso, ele oferece uma despedida simbólica para um dos personagens mais icônicos do cinema de ação. Mesmo que o filme tenha suas falhas e não esteja à altura dos primeiros capítulos da saga, ele oferece um fechamento emocional para o personagem que, apesar de sua brutalidade, sempre foi uma figura tragicamente humana.

No final, “Rambo: Last Blood” é um filme que divide opiniões. Para os fãs de longa data, é uma conclusão adequada para a jornada de um personagem complexo, que, ao longo dos anos, se transformou em um símbolo de resistência e dor. No entanto, para críticos que esperavam uma abordagem mais inovadora e menos dependente de estereótipos, o filme pode ser decepcionante. De qualquer forma, o legado de John Rambo, como um herói atormentado pela guerra e pela violência, permanece intacto, e este último filme serve como um lembrete do preço que ele sempre pagou por sua vida de combate.
Patrese Laudano
Patrese Laudano

1 seguidor 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de agosto de 2024
Obra-prima! Tem roteiro, tem atuação, tem fotografia, tem trilha sonora e é um filme de verdade! Não essas coisas que vemos hoje em dia, que se importam mais em agradar a mídia do que o próprio telespectador.
naldorefaro
naldorefaro

1 crítica Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de agosto de 2024
Filme muito ruim! parece aqueles de Bandeirantes, Roteiro fraco, nem parece Rambo.. apenas a parte final que melhora um pouco para nao levar Nota 0
NOMAD Art em Fazer
NOMAD Art em Fazer

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de junho de 2024
Rambo 5 casca grossa exterminado a PTralhada é sem dúvida o melhor filme da franquia.
Agora o publico conta com um encerramento de um sexto filme para que o herói possa descansar
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