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Filipe
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1,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
nota real: ***1/2. bom o filme. a unica coisa q eu axei mais ou menos eh a trama, q alem de ser um tanto surpreendente e inesperada, pra mim n fiko mto legal c todo o decorrer do filme, q eh todo akele misterio pra no final ser akela trama (quem jah viu sabe o q eu estou flando). mas, alem disso, eh um bom filme q em seu decorrer prende de mais o espectador, deixando-o grudado na tela sem piscar. Eh um filme bem tenso e com um ótima direção. A atuação de Leonardo di Caprio está excelente tbm. Eh um bom suspense, mas n consegue ser o melhor filme de Martin Scorsesse.
Não consigo pensar no Martin Scorsese fazendo este filme ... já no "Os Infiltrados" não entendi o "Tarantinismo" e agora? ... será que ele surtou de vez? Ou será apelação de quem se julga decadente? ... no mais achei o filme profundamente desagradável ...
Assisti o filme pelos comentários.....no decorrer do mesmo ele prende a nossa atençao, bastante suspense....porém, no final, no desenrolar da trama não achei muito interessante...seria um final mais impactante se o Leonardo DiCaprio desvendasse realmente os mistérios que ele achava q tinha na ilha...
O medo é uma coisa que nos nos mantém sempre alerta. Só temos medo daquilo que possa nos ferir fisicamente ou mentalmente (através da nossa própria imaginação). Quando assistimos a um filme de terror e acontecem coisas pavorosas, logo ele nos pega, deixando a gente assustado junto com os personagens em evidência desse sentimento tão hostil. Outras pessoas tem prazer em sentir medo e se dispõem facilmente à toda adrenalina que ele causa, mostrando-se adeptas ao autoflagelo, à ambivalência. Sim, por que o medo confude e trás uma série de exageros e consequencias. Este é o estado do detetive Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio), rumo à uma investigação num tenebroso hospital localizado na tal ilha. A entrada de Teddy e seu parceiro Chuck Aule (Mark Ruffalo) entre a escura neblima à total imersão da ilha sob um clima espantoso, é muito bem montada. Sem contar a trilha sonora envolta de surrealismo, perfeitamente programada para a cena em destaque. Quando estes elementos são trazidos a tona, fica claro que estamos diante de um filme do mestre da sétima-arte contemporânea, mais precisamente Martin Scorsese, que trabalha minuciosamente para compilar esta trama recheada de surpresas. Embora o roteiro seja pretensioso, fica claro que Martin fez analogia à vários clássicos do suspense como Pássaros e O Iluminado. Também é notável a semelhança com Amigo Oculto e Os Outros - filmes que tem o mesmo desfecho surpreendente de Ilha do Medo. Leonardo DiCaprio faz do detetive um homem profundamente sentimental em relação à perda da mulher num incêndio, ele acredita piamente tratar-se de um crime cujo mentor está na ilha, mantido preso sob segurança máxima. Ele tem sonhos pertubadores com a ex-mulher e flashes de seu passado invadem nossa consciência, trasportando-nos para o envólucro de traumas do personagem. Nutrido pela compulsão de encontrar o assassino, ele persegue a ideia de que o hospital faz testes ilegais com os pacientes depois de encontrar com a mulher misteriosa, Rachel Solando (Emily Mortimer), escondida em uma gruta. Ela revela ser médica e conta as experiências macabras pela qual Teddy passará se não fugir daquele lugar. Mas como sair da ilha? Logo acreditamos no destino insólito do detetive, mas aos poucos a trama vai tomando outro rumo e percebemos então o estado de loucura que se encontra o personagem de DiCaprio, logo depois do diálogo (super clichê) com o dr. John Crawley (Ben Kingsley) que me lembrou muito o Sigmund Freud. Na verdade, Freud foi quem começou com tudo isso. Enfim, o filme é uma homenagem ás produções de terror e suspense e abrange muito bem o foco central que é o estado da loucura e da razão. Até onde podemos controlar nossa sanidade e o que nos faz agir insanamente? A frase final de Teddy é bem emblemática, mas levanta uma questão até que relevante, principlamente nos dias de hoje onde ser louco é normal. E se o filme dá medo? A resposta está na Ilha ...
Elenco estrelar, mas enredo medíocre. Na primeira metade até convence, depois parece a mesma coisa do mesmo. A gente fica torcendo pro filme terminar logo para não perder mais tempo, afinal são 138 min.
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