Fahrenheit 451
Média
2,3
95 notas

11 Críticas do usuário

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Nelson J
Nelson J

51.021 seguidores 1.973 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 22 de maio de 2018
Um futuro em um estado totalitário, onde os livros são abolidos e queimados. Um Bombeiro as avessas, que queima livros irá mudar de lado e compreender o sentido do pensamento livre, mas a solução de colocar milhares de livros no DNA é bastante fantasiosa.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.866 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de maio de 2018
Baseado no livro de Ray Bradbury, em um futuro opressivo dominado pela tecnologia, a posse de livros e a literatura são proibidas. Guy Montag (Michael B. Jordan) é um bombeiro e sua principal missão é queimar todos os livros que existem. 

eu gostei acho que teve uma pegada de black Mirror mas principalmente eu imaginei que exatamente isso que acontece com a maioria dos políticos aqui no nosso país onde eles tentam acabar cada vez mais com a educação para que pessoas sem informação possam se tornar alienadas simplesmente fantoches na mão daqueles que querem dominar⭐⭐⭐
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.789 seguidores 809 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 17 de agosto de 2019
Baseado no livro de mesmo nome,Fahrenheit 451 é uma adaptação indigesta que não traz nada de relevante ou interessante ao público.O filme acompanha o jovem Guy,um bombeiro que tem a missão de queimar livros pois em um futuro onde vive a tecnologia predomina e os livros são proibidos,ele conhece uma garota que faz com que ele repense em que lado está:O governo ou os amantes do conhecimento.A ideia já foi levada aos cinemas em 1969 e não precisava de uma releitura,mas a HBO resolveu trazer diretamente para a tv uma nova adaptação que infelizmente não se fez como um bom filme.A direção do filme em sí é bem fraca,o Ramin Bahrani nunca acha o tom narrativo e tão pouco consegue nos envolver em algo que preste.O roteiro é muito mal escrito,em nenhum momento temos algum esboço da ideia do governo opressor,e sim uma intriga entre apenas um grupo de bombeiros contra os rebeldes,o ritmo é muito lento o trabalho de edição é ruim e os diálogos são muito expositivos e vazios narrativamente.No elenco temos como melhor personagem o Michael B. Jordan que é colocado uma camada que ajuda um pouco,mas o que é dado a ele é muito limitado e ele faz o que pode.Michael Shannon está apenas ok mas é um personagem muito genérico enquanto a Sofia Boutella é horrível e apenas está no filme. Fahrenheit 451 é muito tedioso,sem ideias e muito chato,tem um bom protagonista mas não salva o material final.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de junho de 2018
Sem espaços, leiam sem pecisarem ser presos: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2018/06/25/rezenha-critica-fahrenheit-451-2018/

Um remake de um filme lá de 1966, dirigido pelo lendário Truffaut que por sua vez foi baseado em uma obra prima da literatura, afinal uma história dessas só poderia ter saído da mente de um excelente e visionário escritor, preocupado com as novas mídias que poderiam vir a engolir a escrita, e que de fato hoje é o que poderia estar acontecendo com tantos meios de se compartilhar arte: Vídeo, Internet, Áudios e dentre outras. Confiram a “rezenha” crítica de Fahrenheit 451.

Num futuro distante, livros são banidos e queimados por bombeiros responsáveis pela ação. Guy Montag é um deles e faz seu trabalho sem questionar nada, acreditando que está ajudando no fim da busca por um teórico falso conhecimento. Tudo muda quando ele conhece uma moça que o faz desafiar todas suas convicções e crenças.

A premissa e o clima são sensacionais, não tão bem executados como merecia, mesmo com atores do calibre de Michael B. Jordan (eterno Adonis Creed, confiram “rezenha” aqui) e Michael Shanoon que ultimamente tem feito excelentes papéis de vilania, a direção é notoriamente mal executada com um começo bem ensosso apesar de muita informação ser jogada no ar, tanto para nós espectadores como para Montag, que a partir do momento quando começa a se questionar sobre o que faz é certo ou não, o filme vai tomando forma. A introdução de Montag a um mundo ainda desconhecido é a prova do que hoje nós também sofremos, a falta de cultura ou informação pura sem uma influência ou parcialidade nos faz escolher um lado sem ao menos ter a chance de refletir se aquilo é certo ou não.

O desfecho é muito bonitos e interessante, mas não apaga um começo fraco e tedioso. Os efeitos visuais e algumas atuações são muito ruins, a base de coadjuvantes é desproporcional a atuação de Michael Shanoon que deleita como um temido vilão.

Iria assistir de novo? Não.

Minha nota é 3/5.
Thiago B.
Thiago B.

23 seguidores 1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 11 de setembro de 2018
O que aconteceu com os novos filmes? Tinha tudo para ser legal, mas o filme simplismente acaba na metade do inicio e com a morte do principal ator! Que porcaria de filme é esse??
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.006 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 26 de janeiro de 2025
"Reduz a essência do livro a um filme de ação genérico com roteiro raso e simplista."
Em um futuro distópico onde livros são proibidos, o bombeiro Guy Montag começa a questionar sua função de destruí-los, enfrentando um sistema opressor enquanto descobre o valor da liberdade de pensamento.
A adaptação de Fahrenheit 451 (2018), dirigida por Ramin Bahrani, transforma o clássico de Ray Bradbury em um filme de ação genérico, apagando a profundidade da obra original. Elementos essenciais do livro, como a resistência cultural dos "livros vivos", são reduzidos a conceitos absurdos como um DNA-biblioteca, enquanto os personagens se tornam caricaturas previsíveis. Com referências artificiais e um roteiro raso, o filme sacrifica a essência crítica e filosófica do texto, resultando em uma produção visualmente inspirada, mas conceitualmente vazia.
Sócrates greko
Sócrates greko

8 seguidores 168 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de julho de 2022
Quando eu assisto uma regravação, eu nunca espero algo igual... Sempre espero modernizado, com elementos que representem mais a nossa sociedade. Essa versão nã deixa a desejar... Está atualizada e com vários componentes que o livro e o filme antigo não puderam prever, e talvez isso tenha irritado alguns espectadores conservadores... O que eu acho totalmente ridículo. Mas, todavia, a mensagem do filme ainda é a mesma, e tem o mesmo impacto....
Às vezes me pergunto se estamos mais perto dessas distopias do que na época que foram lançadas....
Assuero Broussard
Assuero Broussard

1 seguidor 26 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 16 de março de 2024
Com uma trama bem cadenciada, Fahrenheit 451 se torna um daqueles filmes memoráveis que precisavam ser produzidos. Em um regime totalitário, bombeiros são incumbidos, não de apagar o fogo, mas de provocá-lo para manter os cidadãos (nativos) felizes, seguros e protegidos. Para isso, eles têm de incendiar… livros! A pior ameaça a estabilidade daquela nação. Os livros podem provocar discussões acaloradas, inspirar questionamento e criar a tão temida revolução. Nesse cenário, a manipulação é imposta em nome da felicidade de todo mundo enquanto que são convencidos de que liberdade é uma questão de escolha (e sabemos que não é bem assim).

O filme traz uma perspectiva impactante sobre a importância vital dos livros e do conhecimento e porque toda forma de totalitarismo visa bani-los. Enquanto o governo investe recursos para extinguir os preciosos e raros livros impressos, a resistência se esforça em preservá-los como um legado atemporal. E é então que vemos o protagonista começar a mudar sua percepção das coisas, pensar por si próprio, desafiar o sistema e ter empatia pelos rebeldes. Não é à toa que o protagonista é chamado de terrorista no final do filme. Afinal, pessoas que querem acessar ideias subversivas e divulgá-las não podem ser outra coisa. Qualquer um que ousar trocar a alardeada “felicidade” por uma dose de liberdade será visto como uma ameaça àquele sistema e será eliminado. Em função disso, Fahrenheit 451 se torna um filme extremamente relevante, pois ainda não conseguimos nos livrar totalmente dos fantasmas do totalitarismo (em sua versão atual, esse fantasma busca censurar a internet). Por causa disso, uma das falas do filme se torna, assim como todo o resto, particularmente interessante e apropriada: se sonhar é algo perigoso, então não devemos parar de sonhar. A solução é sonhar mais, muito mais, todos os dias.
Beto S.
Beto S.

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1,5
Enviada em 26 de maio de 2018
Adaptações são sempre ‘adaptações’. Não se pode exigir que exista uma transcrição fiel do livro para tela. No entanto, a depender do olhar do adaptador corremos o grave risco de perder toda a graça e simbologia da obra original. Para se ter uma ideia nesta versão da HBO algumas figuras importantes como a esposa de Montag, Mildred — sim, ele tem esposa — foram simplesmente ignoradas. A mulher que passa os dias se dopando e interagindo com personagens de programas de tevê. É a síntese perfeita dos indivíduos que em nome dessa falsa paz ignoram de todas as formas a realidade. Além dela, o sabujo mecânico, cão de caça robô com capacidade de injetar substancias letais em qualquer ser também não deu as caras nesta versão. Uma pena levando em consideração que as cenas entre ele o protagonista são as mais instigantes. Outra ausência sentida e imperdoável é a do professor Faber que em certo momento da trama exerce papel de mentor para Montag. E porque eles são importantes? Sem eles o filme não tem dez por cento de dramaticidade restando apenas os bons efeitos especiais. Confesso que estava empolgado, mas graças aos Deuses eu li o livro primeiro. Do contrário...
Wilson Rodrigues de Oliveira
Wilson Rodrigues de Oliveira

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5,0
Enviada em 19 de setembro de 2021
Filme maravilhoso, que vislumbra o futuro da humanidade, onde prevalecerá a tirania das minorias. Assista que vc entenderá.
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