Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Fabricio Menezes
27 seguidores
185 críticas
Seguir usuário
0,5
Enviada em 10 de dezembro de 2024
Que grande porcaria e perda de tempo. Não dá pra acreditar que essa bomba veio do mesmo cara que fez O Poderoso Chefão e Apocalypse Now. Personagens sem graça, as discussões são uma gritaria insuportável, o Dustin Hoffman ta ali só pra aparecer no elenco mesmo, pq qual a importância dele na história? O Esposito que é reconhecido por ter vivido um otimo vilão, aqui está o tempo todo aos berros. Se eu soubesse com certeza não gastaria pra ver isso no cinema. Desperdício total de dinheiro e tempo. Esses mais de 170 milhões que o Coppola gastou não se justificam em tela, pq nem mesmo os efeitos e toda a parte técnica em geral salvam esse fiasco.
Suco ultra pós moderno de sabor horrível. Não adianta jogar todo tipo de experiências na cara do espectador e esperar que ele tenha um insight profundo. Esse filme é uma viagem de LSD ruim.
Na minha opinião, esse foi um dos piores filmes que já assistir. Sem pé nem cabeça. Entendo que eles tentaram criar críticas em cima do filme, porém viajaram demais! Perdi meu dinheiro e tempo. Não recomendo a ninguém.
Megalópoles é um filme de ficção cientifica com direção e roteiro de Francis Coppola. Esse projeto demorou mais de 40 anos para o cineasta conseguir tirar do papel, e por falta de investimentos, colocou o seu próprio dinheiro para isso se tornar possível. Diante do fracasso, é provável que seja o seu último filme. A trama é ambientada em uma sociedade diatópica, chamada Nova Roma (em referência a Roma antiga) e leva traços dos EUA de forma decadente. Nela encontramos o poderoso arquiteto Actor (Adam Driver) que pretende revolucionar e criar uma cidade do futuro com um novo elemento por ele descoberto. Porém, acaba gerando uma rivalidade com o prefeito Cícero (Giancarlo Esposito) que é contra o projeto de Actor. Para piorar a situação, a filha do prefeito, Julia (Nathalie Emmanuel) se apaixona pelo arquiteto. Coppola peca de forma infantil ao tentar abraçar o sol com a peneira, pois ao tentar explorar muitos assuntos complexos e filosóficos nessa obra, acaba tendo profundidade em nenhum. Ambição, queda de poder, brevidade da vida, até mesmo questão do tempo tenta ser tratada, e repare que não são temas tão simples por si só de serem desenvolvidos. Até mesmo a estética do filme com fotografias e cenários exagerados cansam a vista e não acrescentam nada de relevante. O elenco é de primeira, tentam salvar o filme com suas atuações, mas o roteiro é horrível. A maioria dos diálogos são com base de textos filosóficos e beiram o caricato, o forçado, não existindo praticamente nada de natural. Existindo uma mistura de temas e desencontros nesses diálogos em uma mesma cena. É filme difícil de se acompanhar, até mesmo pela longa duração. Fracasso total de Coppola errando de forma ingênua com sua ambição. Megalópoles poderia se chamar de megafracasso.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade