Um ato de liberdade foi dirigido por Edward Zwick . O filme narra a história real de 2 irmãos Bielski - Tuvia ( Daniel Craig) e Zus ( Liev Schreiber) judeus bielorrussos que resistiram à ocupação nazistas durante a Segunda Guerra Mundial escondendo-se na floresta e salvando mais de mil pessoas da perseguição do regime nazista. O filme trabalha com pontos fortes como dar visibilidade a uma fáceis menos explorada em filmes de guerra sobre o Holocausto, a resistência armada judaica. Ao mostrar a bravura dos irmãos, o filme rompe com a ideia de passividade frente ao genocídio. Além da ótima atuação de ambos os protagonistas na qual Schreiber entrega a força e a impulsividade e Craig mais contido e reflexivo, mostrando como se deve comportar um líder. A direção foi competente ao mostrar boas batalhas e um tom épico e heroico. A única derrapagem foi a romantizacao exagerada da guerra, pendendo por vezes por um melodrama, suavizando com dilemas morais, dilemas como esses são tratados com pouca profundidade. Além da narrativa ser convencional demais.
Estava a buscar alguma história sobre judeus que se rebelaram e tentaram se salvar, de forma armada. Geralmente o que vemos em filmes, são os judeus em fila a caminho do trem mortal. No entanto esse filme conta a história de irmãos que foram se abrigar à floresta para tentar a sobrevivência, no entanto outras pessoas se juntaram ao grupo, formando uma certa 'milícia' contra os alemães. Foram tantos os que se agregaram que se tornou uma comunidade com homens, mulheres, crianças, anciãos. A floresta ambientada é bela e nos dar um ar de proximidade. Bem produzido e com interpretações adequadas por parte dos protagonistas. Filmes baseados em fatos reais e recomendado.
filme belíssimo,angustiante ao extremo e retrata com muita verdade o que sofreram os envolvidos na guerra sem contar que é uma historia real.fantástico.
Mais um belo relato sobre a coragem de gente simples e comum enfrentando a insanidade que quase resultou no extermínio dos judeus. O roteiro, que toma por base uma história real, prende do começo ao fim do filme e deixa transparecer a tensão permanente que eles enfrentaram sobrevivendo sem as mínimas condições de dignidade, perseguidos e ameaçados diuturnamente.
Tentando preservar sua humanidade em meio a desgraças atrozes como o assassinato cruel de parentes e a fome, eles experimentam uma libertação que, pelos olhos do diretor, guarda paralelo com libertação dos judeus do Egito. Um filme que conduz o público através da tênue linha entre a preservação da fé e dos valores e a sobrevivência em um mundo abandonado a sua própria maldade.
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