Dúvida
Média
4,1
647 notas
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30 Críticas do usuário

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Tiago Negreiros
Tiago Negreiros

29 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de maio de 2024
Certamente está entre os melhores filmes que já vi na vida. Roteiro primoroso e atuações dedicadas. Amo demais.
Nelson Jr
Nelson Jr

20 seguidores 208 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de março de 2022
Um filme envolvente! ., que mostra muito a relação da igreja católica com as familias nos anos 60 ,  elenco fantástico! destaque para Mery Streep, mas  todos estão muito bem! O filme tem uma aura de suspense , de mistério., e até o fim , a dúvida paira no ar..,  o ponto alto do filme e mais chocante nesta história , é a conversa entre Mery Streep e Viola Davis, mãe do aluno Donald .., o ponto de vista dela sobre o que supostamente sofria o seu filho ..,  é realmente .., surpreendente e comovente...! e mostra o quanto uma pessoa se submete em nome de um ideal, muito dessa submissão se dá em razão da tensão racial da época em que se passa o filme. 
Luiz C.
Luiz C.

56 seguidores 84 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de dezembro de 2020
"Dúvida" (2008) nos mostra o embate entre uma freira ultraconservadora, que dirige um colégio religioso de Nova Iorque em 1964, e um padre progressista.
O duelo entre ambos já estava posto desde sempre pois, desde o início, fica claro que a freira já tinha restrições ao padre, baseando-se apenas na sua intuição, que apontava a ela que o padre era homossexual.
Os "motivos" que levam a freira, diretora da escola, a primeiro "desconfiar" do padre e depois, sem qualquer "prova", formar a sua convicção de que ele não apenas é homossexual, mas também pedófilo, são muito subjetivos, como por exemplo o fato dele usar as unhas um pouco mais compridas que o usual e o fato dela tê-lo visto, pela janela, segurando o pulso de um dos alunos.
A pretexto de "proteger" o primeiro aluno negro da escola, o qual, nas suas fantasias, estaria sendo assediado pelo padre, a freira acaba expondo todo o seu preconceito, homofobia e racismo, ao afirmar, por exemplo, que "esta paróquia serve a irlandeses e italianos, é inevitável que ele tenha problemas."
Como toda "pessoa de bem" que se preza, a diretora acredita que "os fins justificam os meios", sendo que acaba até mesmo constrangendo a mãe do aluno negro e mentindo (mesmo sendo uma freira!) no sentido de juntar "provas" para intimidar o padre.
Como um joguete, na batalha entre a freira diretora e o padre, e as suas respectivas visões de mundo, igreja e educação, está a Irmã James, uma freira jovem e idealista, que leciona para o oitavo ano. Ela se deixa inicialmente contaminar pelas fantasias da diretora (interpretada brilhantemente por Meryl Streep), spoiler: contribuindo involuntariamente para a vitória desta em relação ao padre, que acaba tendo de pedir transferência para outra paróquia.

Memorável o diálogo entre a diretora e a mãe do aluno, interpretada por Viola Davis, onde a mãe do aluno acaba por admitir, entre lágrimas, que o filho "tem esta orientação" e que este é o real motivo do pai não gostar dele e espancá-lo. Admite também que, devido à sua orientação sexual, o menino foi jurado de morte na escola pública, sendo este o motivo de estar estudando na escola religiosa.
A mãe fecha brilhantemente o diálogo ao afirmar, entre lágrimas, que "não sabe se ela e a diretora estão do mesmo lado. Que o seu lado é o lado de seu filho. Que ela está a favor do seu filho e daqueles que o protegem, o inspiram e fazem bem a ele (o padre)."
spoiler: Infelizmente, dada a época dos acontecimentos, mesmo ano do golpe militar no Brasil, é evidente que o padre não iria ganhar a batalha. A saída honrosa dada a ele foi uma "promoção", por parte de seus superiores, que o transferiram para uma paróquia mais destacada, que também mantém uma boa escola.

Triste e lamentável este filme. Triste e lamentável porque muito ancorado na realidade. Todos os educadores deveriam assistir.
Neuton Gama
Neuton Gama

8 seguidores 29 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de abril de 2018
Não gostei muito do enredo mas gostei muito das atuações. Acho que o desenrolar do filme não me empolgou tanto, já as atuações me seguraram até o final. Eu daria nota 3,0 para o enredo e 5,0 para atuações.
cinetenisverde
cinetenisverde

28.647 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de janeiro de 2017
Baseado em uma peça de teatro escrita por John Patrick Shanley, que aqui também faz o papel duplo de diretor/roteirista. Conseguindo para os papéis principais Philip Seymour Hoffman como o padre Brendan Flynn, um orador com capacidade ímpar de sugar a atenção de seus fiéis, e Meryl Streep, como a severa irmã Aloysius Beauvier, que zela por regras que parecem ter sido definidas 2000 anos atrás. A história, pode-se arriscar, gira em torno dos dois conceitos que esses personagens representam, que não deveriam, mas parecem opostos na igreja católica: compaixão e tradição.
Joe Alvez E
Joe Alvez E

12 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 5 de setembro de 2015
Meryl Streep interpreta a irmã Aloysius Beauvier a madre superiora de uma comunidade católica no Bronx em 1964, ela é conservadora e todo seu conceitos religiosos estão baseados em convenções, alias a atuação dela aqui é excepcional, redundante falar da Meryl claro. Toda a premissa do filme gira em torno de um possível caso de pedofilia entre o padre Flynn aqui interpretado pelo brilhante Philip Seymour Hoffman( alias uma interpretação muito sincera e cheia de pequenos detalhes) e um aluno negro da escola St. Nicholas, todos os conflitos aqui são mostrados ao espectador através dos diálogos que são muito bem construídos e interpretados. O diretor John Patrick Shanley opta aqui por uma direção linear e cheias de simbolismos e metalinguagens é uma direção que a primeira vista não é grande coisa mas um olhar mais atento pode perceber a beleza das imagens em vários momentos do filme. Um destaque do filme é sem duvidas a da atriz Viola Davis que faz a Mrs. Miller os poucos minutos em que ela aparece ela simplesmente rouba a cena fazendo o papel de uma mãe dividida, muito das surpresas da trama se da através do dialogo entre ela e a Meryl Streep. A duvida é um filme que escolhe ser lento e com acumulo de tensão mas é cheio de simbolismos e diálogos excelentes e bem construidos. é um filme sobre religiosidade, sobre culpa e sobre a duvida e sobretudo sobre conservadorismo vs progressismo.
Thiago F.
Thiago F.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de maio de 2015
Filme inteligente, e estória intrigante. A dúvida permanece no final, mas nos faz refletir sobre como agimos na vida real. Atuações convincentes, e não poderia ser diferente com esse elenco. Vale a pena!
Fael Moreira
Fael Moreira

12 seguidores 12 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de abril de 2015
Trama interessante, inteligente, emoções conflitantes; Streep, Hoffman, Adams e Vaiola Davis dão o seu melhor! Nota:10
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2015
Dúvida é um filme,para,nos deixar realmente em dúvida.O que acontece entre os personagens do filme,é algo que não fica claro ao longo da trama.Fazendo de quem assiste ter raiva de um ou outro personagem,que não seja realmente culpado.Apesar de ser passada inteiramente dentro de uma escola cristã,Dúvida tem seus momentos de grandes acontecimentos mundanos.Os três personagens é que dão força ao filme.Tem momentos,que o roteiro parece que se desgasta automaticamente,deixando a responsabilidade apenas para Meryl Streep,Amy Adams e Philip Seymour Hoffman.Mais as atuações garantem os bons momentos do filme,principalmente entre Streep e Hoffman.
Danilo M.
Danilo M.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,5
Enviada em 31 de janeiro de 2015
Atenção: Não sou crítico de cinema. Está é apenas uma opinião "normal".
Acima de tudo, um filme sensível, que enseja muitas reflexões. Apresenta conflitos de "dúvida" e "certeza" de uma forma extremamente realista, com a qual nos identificamos muito bem.
O filme é envolvente, os diálogos são empolgantes, ferozes, e surpreendentes. Difícil não ter vontade de acompanhar até o fim. Os atores...bom, os atores fizeram atuações impecáveis, ao meu ver. O que mais me chamou atenção porém, foi a brilhante incorporação de Hoffman no personagem do padre, no modo que se defendia das violentas acusações da freira, ora transmitindo comoventes emoções com o olhar, e ora recitando profundos ensinamentos de sabedoria cristã. Enfim, um filme para ser apreciado por quem tem uma mente aberta e sensível para captar suas xaradas filosóficas, ou no pior caso, para deixar o espectador com uma pulga atrás da orelha para o resto da vida rs.
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