Percy Jackson e o Ladrão de Raios: Críticas - Página 4
Percy Jackson e o Ladrão de Raios
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leonardo
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2,5
Enviada em 7 de abril de 2012
O filme é bom,mas sem duvida é uma pessima adaptação do livro, pois é diferente demais, e não tem os vilões principais do livro( Ares, Cronos),alem de faltar outros personagens de destaque( clarisse), e o elenco é bem fraco, os atores que interpretam os deuses não convencem,alem do fato da atriz que faz annabeth nao ter atuado bem. Logan Lerman como Percy ficou ´´regular´´, o unico que realmente se destaca é Brandon T. Jackson que fez uma otima atuação como Grover.
Candidato a novo Harry Potter atualiza até as crises de pais e filhos da mitologia grega Como a proximidade dos nomes já sugere, Percy (vivido por Logan Lerman) terá à sua frente uma jornada similar àquela de Perseu na mitologia grega: enfrentar meia dúzia de criaturas antropomórficas para completar uma missão. No caso de Percy, a tarefa é devolver a Zeus, deus maior do Olimpo, um raio misteriosamente furtado. Na prática, o objetivo é impressionar o pai - essa missão típica, de fundo freudiano, que se abate sobre os heroicos primogênitos na hora de provar seu valor.
Conscientemente, Percy Jackson e o Ladrão de Raios adapta para os dias de hoje a ordem antiga, então temos uma série de atualizações espertinhas ou previsíveis: o sátiro com pernas de bode se torna o personagem-negro-para-fins-de-alívio-cômico, a entrada para o Hades é em Hollywood, a tribo dos lotófagos fica em Las Vegas, o deus do inferno é um roqueiro inglês, os pés alados de Hermes viram um All-Star, Percy usa o lado espelhado de um iPod para enxergar a Medusa etc.
Tudo isso é parte do jogo. Diretor dos dois primeiros Harry Potter, Chris Columbus está tentando fazer de Percy Jackson um substituto para a franquia do bruxo - e falar a língua de seu público-alvo é essencial, por mais que isso deturpe a mitologia. Agora, o que o filme atualiza de forma talvez inconsciente, e que acaba marcando profundamente o arco de heroísmo proposto aqui, é a relação entre pais e filhos.
Porque não é difícil retratar pais - no cinema orientado para os pré-adolescentes independentes do século 21 - como tipos omissos com peso na consciência, adultos que não participam da criação dos filhos mas se sentem no direito de aplicar-lhes sermões. Por esse viés, os "pais omissos" da Grécia antiga, os deuses do Olimpo, se transformam em figuras ainda mais desautorizadas em Percy Jackson.
Você sabia que, na mitologia, Poseidon gerou Teseu em Etra com sêmen misturado ao do Rei Egeu? Em Percy Jackson, a rotina do Olimpo nunca foi tão aborrecida; Poseidon tem o cabelo penteadinho para o lado e não parece ser adepto de nenhum ménage-a-trois. A autoridade dos deuses sempre foi questionada na mitologia porque os semideuses queriam, numa luta por independência, efetivamente destruir o Olimpo. Em Percy Jackson, refletindo a juventude de hoje, os semideuses já são independentes. Querem, somente, ser reconhecidos como filhos (algo muito presente nos livros seguintes).
Qual a graça, então, de um semideus cuja intenção última não seja superar o pai? O filme tem vários defeitos circunstanciais - Perséfone entra num remendo malfeito com a saída de Ares, em relação ao livro, por exemplo - mas a fraqueza principal está na dramaticidade frouxa dessa relação deuses/mortais. Não há cena mais constrangedora em Percy Jackson do que o momento, no Olimpo, em que um dos deuses - aparecendo pela primeira vez no filme - fica sabendo que seu filho "fez arte". A cara de coitado do deus, pai ausente... Em outros tempos alguém teria sido acorrentado a uma rocha pela eternidade, para aprender uma lição.
O filme é realmente muito bom e eu não canso de vê-lo, mesmo tendo, meio que aniquilado diversas partes do livro. Faltou muita coisa eu achei que erraram nos personagens, mas mesmo faltando partes conseguiram continuar a história... e as pessoas que não suportaram o filme, fiquem sabendo que não tem como colocar tudo que tem no livro em um filme, porque se colocassem ia ficar um filme de umas 6 hrs ou iam fazer 3 filmes para explicar só o começo da saga... achei que faltou partes importantes, mas mesmo assim ficou um ótimo filme! Parabéns pelo diretor que conseguiu resumi-lo!
O filme é a introdução para a história de percy, personagem principal, o filme gira em torno do raio de Zeus que os deuses(Hades,Poseidon e Zeus) pensam que ele roubou. Nesse meio tempo ele descobre que sua deslexia não é deslexia, mas uma consequência de ser um filho de Poseidon, descobre o Grover é um sátiro, e que era responsável por protege-lo, isso o faz morar no acampamento meio-sangue, e depois para salvar sua amada mãe ele resolve ir ao mundo inferior para resgatá-la. O filme deveria ter mais emoção e aventuras, investiram muito pouco em efeitos especias.
O filme não agradará àqueles que leram o livro, pois não é fiel a ele, mas aqueles que não leram provavelmente irão gostar!
Esperava muito mais desse filme. Hitória muito fraca que deixa a desejar de mais. Poderiam ter feito uma medusa melhor, que horror. Mas em compensação os efeitos estão maravilhosos. Vale apena ver. Nota 7
Pode-se dizer que este filme foi um pouco inspirado no Harry Potter,pois lembra muito,gostei sim,gosto de filmes inspirados na mitologia,bastante efeitos especiais.Vale a pena ver sim.
-Fraco,fraco,fraco.Esperava mais desse filme,muito mais.Não conseguiram contar muito bem a história verdadeira,o que se resultou em filme cheio de falhas.E aquela MEDUSA,meu DEUS que lixo,saiu totalmente do rumo da história.O filme vale só pelos efeitos. -Não Assista...(Horrível)!
Geralmente filmes que se baseiam em livros são diferentes, e inferiores aos livros e pelos comentários percebi que esse não é diferente, mas não deixa de ser uma boa diversão, gostei dos efeitos especiais, não é o melhor filme de mitologia grega, mas é bem legal
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