O Lobo de Wall Street
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Eduardo Santos
Eduardo Santos

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3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2014
A quinta parceria entre o icônico Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio é uma obra de comédia/drama/policial /biografia que atira para todos os lados, bastante peculiar, à la Scorsese, com muita (muita mesmo) droga, sexo e dinheiro. Aliás, a glorificação do dinheiro, regado a muitas mulheres, ostentação, crime e drogas é a espinha dorsal desse filme. Jordan Belfort (DiCraprio) é um homem extremamente ambicioso que tem o sonho de ser milionário e conquista isso às custas do sonho de enriquecer alheio. Passa muita gente pra trás, e consegue alcançar o ápice daquilo que seria seu sonho, viver a vida aproveitando cada instante intensamente com tudo aquilo de melhor e pior que o dinheiro pode oferecer. O filme tem cenas antológicas, alguns momentos hilários e outros até bastante intensos dramaticamente falando. Porém é um filme longo demais, com aproximadamente 3 horas de duração. Embora não seja um filme daqueles que te dá sono, por ter um ritmo bem frenético, chega determinado momento que cansa. Há uma oscilação entre bons e inspirados momentos com cenas ora dispensáveis, ora ignóbeis. A parte técnica do filme, como era de se esperar, é de um apuro quase impecável, apesar de haver pelo menos uma cena com erro de continuidade gritante. Mas isso é o de menos. O elenco em sua grande parte é excelente. Leonardo DiCaprio realmente dá conta do recado, embora não me pareça sua melhor atuação. Vale muito a pena vê-lo nas cenas mais inusitadas e que pedem maior apelo emocional. Bom ver pontas de Matthew McConaughey, Kyle Chandler, Rob Reiner e Jean Dujardin. Contudo, me parece inexplicável a indicação a tantos prêmios do Jonah Hill como coadjuvante já que sua atuação é simplesmente exagerada e ridícula, nada mais. Para mim, quem rouba mesmo a cena é a belíssima Margot Robbie como Naomi, a segunda esposa de Belfort. Encantadora, sedutora e também excelente nas cenas que exigem mais dramaticidade. De resto, o filme é um bom passatempo, com direito a cenas muito boas, mas que deixa aquela sensação de que poderia ser melhor, já que não é nem de longe um dos melhores do cineasta. Isso que acontece quando se tem um nível muito alto de talento: sempre se espera algo que supere as expectativas. Bem, sem dúvidas é bem melhor que a “Invenção de Hugo Cabret”, seu longa anterior. Enfim, acho que por excesso de ‘excessos’, o “O Lobo de Wall Street” deixou um pouco a desejar, mas não deixa de ser aconselhável pra quem gosta de algo provocativo.
puaba
puaba

6 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de maio de 2014
“O Lobo de Wall Street” já se destaca como sendo um dos filmes mais engraçados de Scorsese, mas é um humor inerente às condições e situações vividas pelos seus personagens. Assim como em “Os Bons Companheiros”, “Cassino” e “O Touro Indomável”, temos um drama biográfico de ascensão e queda, em que os próprios personagens são artífices de seus destinos e, parafraseando um dos personagens do longa, terão que suportar as consequências.

...

No meio de uma Hollywood tão polida, hipócrita e politicamente correta, os palavrões e inúmeras cenas de nudez e sexo, retratadas sem pudor ou tabu pelo experiente diretor de 71 anos só evidencia seu comprometimento em representar aquele mundo da maneira mais crível e próxima da realidade, não poupando o expectador da imersão de três horas que termina com um nó garganta, melancolicamente, para um homem que não via limites em ganhar dinheiro, pois era o que lhe dava valor à sua vida, na presunção de poder ser mais do que aqueles que acordam sempre com a mesmo mulher, andam de metrô ou que trabalham no McDonald’s.
Mauricio J.
Mauricio J.

64 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de janeiro de 2014
Martin Scorsese, o gênio, é considerado o maior e melhor diretor de cinema vivo, e não é pra menos, mais de quinze filmes de grande sucesso em todo o mundo e grande sucesso de critica. Em seu novo filme, O Lobo de Wall Street, temos uma historia bem construída, bem dramática, bem cômica e bem pornográfica.

O Lobo de Wall Street é adaptado pelo livro de grande sucesso de mesmo nome. Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.

O roteiro do filme é bem completo, são mais de três horas de filme e isso faz com que não deixe nada de fora da historia, tudo que ficou, ficou, alguns personagens que você viu no começo do filme não terá nenhuma menção no final do filme, alias, o filme esta contando a historia real de um homem que roubava dinheiro das pessoas, são sete anos da vida dele contada em três horas de filme. Um ponto que merece destaque no filme é que em alguns momentos, Jordan conversa com o publico, em uma narração bem interessante, que da um "up" no filme.

As atuações são o grande destaque do filme, todos estão excelentes, alias, muitos toparam aparecer pelado no filme, foi o caso de Margot Robbie, que ficou totalmente nua no filme, mostrando tudo, simplesmente tudo, e isso não é uma coisa para se achar ruim. Leonardo DiCaprio esta espetacular, nada de ruim em sua atuação, sem exageros, acho que ele esta desesperado para ganhar o seu primeiro Oscar antes de morrer. Jonah Hill esta espetacular no filme, realmente um ótimo coadjuvante, mas será que vai conseguir ganhar de Jared Leto? Acho que não.

Depois de um filme infantil, Scorsese chega nos cinemas com um filme "quase erótico". Martin Scorsese provou que é e sempre será o maior diretor de todos os tempos. É sempre bom ver que ele sempre consegue emocionar o publico e fazer rir ao mesmo tempo.
Skybaggins
Skybaggins

11 seguidores 37 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de janeiro de 2014
Martin Scorsese é um gênio. Disso, todos já sabem. O diretor é responsável por grandes clássicos do cinema como "Taxi Driver", "Touro Indomável" e "Os Bons Companheiros", que estão em muitas listas dos melhores filmes da história. Repare que todos esses longas citados são frutos da parceria do diretor com o ator Robert De Niro. Com tão boa carreira, Scorsese poderia facilmente viver de seus grandes filmes. Porém depois da virada do milênio, o diretor se renovou. Começou uma nova parceria, agora com o ator Leonardo DiCaprio. O primeiro filme dessa parceria foi "Gangues de Nova York", seguido por "O Aviador", "Os Infiltrados", "Ilha do Medo" e agora "O Lobo de Wall Street". O que mais me fascina em Scorsese é sua facilidade de mudar de gênero e continuar num alto patamar. Vamos tomar por exemplo os três filmes anteriores ao Lobo. Em 2010, Scorsese dirigiu o excelente suspense psicótico "Ilha do Medo". Em 2011, o diretor dirigiu um documentário sobre a vida do beatle George Harrison intitulado "George Harrison: Living in the Material World". No mesmo ano, ele fez o filme infantil "A Invenção de Hugo Cabret". Um suspense, um documentário, uma aventura. O que viria em seguida? "O Lobo de Wall Street" veio. O filme é uma comédia baseada na autobiografia de Jordan Belfort. Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) é um homem muito ambicioso que decide trabalhar numa agência de valores em Wall Street. Ele é instruído por Mark Hanna (Matthew McConaughey), porém acontece uma crise financeira que quebra a Bolsa de Valores e então ele é despedido. Pelo seu próprio talento de persuadir as pessoas a comprar o que ele indica, Jordan cria uma agência de valores juntamente com parceiros seus, dentre eles Donnie Azoff (Jonah Hill) e passa a ganhar muito dinheiro. A partir de então Jordan e seus parceiros apresentam uma literal história de sexo, drogas e rock'n roll e de como o dinheiro pode corromper o ser-humano.

O roteiro é adaptado do livro com o mesmo nome de Jordan Belfort. O roteirista é Terence Winter ("Família Soprano") e ele faz um bom trabalho. O roteiro apresenta diálogos rápidos e cativantes, que tornam o filme divertido. Os personagens são bem desenvolvidos, assim como a relação entre eles. É interessante a forma como o roteiro enaltece a habilidade de Jordan Belfort em enganar as pessoas, pois desse jeito o filme mostra do que ele era capaz para suprir sua ambição. O roteiro é bem fiel aos fatos, não escondendo nada e não demonstrando fatos fictícios. Outra coisa bem interessante do filme é o fato dele ser narrado em primeira-pessoa pelo protagonista, pois assim parece que ele próprio está contando a sua história. O roteiro apesar de bem fiel e divertido pode chatear algumas pessoas pela duração. São 3 horas de um filme de comédia, onde as cenas de ação empolgantes são raras. Talvez o roteiro tenha sido um pouco longo demais para algumas pessoas, e isso é absolutamente compreensível. A direção de Martin Scorsese é excelente. O diretor usa das ambientações que o filme propõe para usar ângulos de câmera inteligentes. Além disso, principalmente no escritório da agência, o diretor faz a câmera passear pelo cenário de forma totalmente orgânica, mostrando cada corretor fazendo sua respectiva tarefa. O diretor também acerta nas cenas em que Jordan fala diretamente com a câmera. Elas fazem parecer que o corretor está dando conselhos ao espectador e isso faz com que a atenção prenda-se mais.

O elenco está sensacional. Leonardo Di Caprio está muito bem no papel principal. Ele representa de forma ótima as obsessões e vícios de Jordan. O ator apresenta ótima fluidez nos diálogos, nas mudanças de tom de voz, nas caras e bocas... Uma coisa que me fascina no ator é a sua construção de carreira. Após o sucesso de "Titanic", onde ele não estava tão bem no papel, muitos achavam que ele não faria mais nada. Porém o ator escolheu os melhores diretores que podiam ajudá-lo a melhorar sua caracterização. Ele trabalhou nos 5 filmes já citados com Scorsese, além de atuar com outros grandes diretores como Quentin Tarantino em "Django Livre", Clint Eastwood em "J. Edgar" e Cristopher Nolan em "A Origem". Parece que com tantos grandes filmes, Leo ganhou experiência e moral e atualmente é um grande ator que tem uma grandiosa carreira pela frente. O ator coadjuvante principal é Jonah Hill ("Anjos da Lei"). O ator atua de forma muito caricata. Nas cenas em que ele é exigido ele faz um papel engraçadíssimo e todas são motivos de risadas. O esforço do ator é notável e ele dá um desenvolvimento próprio ao personagem. Matthew McConaughey (indicado ao Oscar por "Clube de Compras Dallas") dá só uma palinha no filme, mas a cena do restaurante onde ele dá conselhos para Jordan é excepcional. Todo o resto do elenco atua de forma razoável, principalmente porque esses 3 atores citados roubaram a cena totalmente.

O filme não possui nenhum efeito especial relevante e a fotografia não é notada. O figurino porém está ótimo, assim como a maquiagem. A trilha sonora musical foi escolhida belamente, pois cada música tem o ritmo certo para cada situação em que ela é colocada. O filme é indicado a 5 Oscars: melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor ator e melhor ator coadjuvante (Jonah Hill). A força do filme não é muito grande perante aos outros na Academia, mas não seria maldade dar um ou dois prêmios ao Lobo. O filme ganhou um Globo de Ouro pela atuação de DiCaprio. Scorsese ousa ao contar uma história que precisava ser conhecida de uma forma cômica que faz jus a expressão "sexo, drogas e rock'n roll".
Thomas Jefferson
Thomas Jefferson

192 seguidores 133 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2014
O Lobo de Wall Street é o filme mais sujo, ambicioso, depravado que já tive o prazer de gozar diante da tela de Cinema. O Filme é uma Obra-Prima depravada extremamente, sujo absurdamente. Martin Scorsese fez uma coisa feia e bonita ao mesmo tempo, tornou uma realidade abusiva em algo simples, mostrou um é fácil ser enganado com um simples telefonema. Não se passa de uma obra podre, mas de um clássico! O Filme é completamente merecedor de vários Oscar, sendo que a Fotografia é farta de linda, o elenco digno, Leonardo DiCaprio é inexpugnável atuando, Jonah Hill está nos trilhos certo! Apesar do filme ser abusivo mostrando intensamente o Sexo explicito, tonar todo filme irônico, as cenas não chocam mas as pessoas maduras o suficiente pra entender a piada. Os minutos iniciais são sufocantes, eles são fortes o bastante pra arregalarmos nossos olhos. spoiler: Sexo explicito, Jordan Belfort inalando cocaína diretamente do ânus de um prostituta
foi um tapa na cara daqueles que já estavam fartos de tanta miséria cinematográfica.
Fabiana R.
Fabiana R.

17 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de janeiro de 2014
É um filme surpreendentemente depravado, imoral, sem julgamentos, um tapa na cara. Mais impactante ainda por ser uma história real. Consumo de drogas, ganância, consumismo, capitalismo, enganar os outros para ter vantagem própria, sexo, depravação. Tudo sem nenhum limite, totalmente explícito, como se fosse tudo muito natural. O humor sarcástico está presente no filme todo por isso no Globo de Ouro foi classificado como comédia, o que não é bem apropriado. Na realidade é até difícil classificá-lo. As situações são tão bizarras e absurdas que é difícil não rir, mas um riso de indignação. Não é um filme para todos. Pessoas mais "puritanas" irão se constranger. Jamais assistiria a um filme desses ao lado de minha mãe ou minha vó, por exemplo. Confesso que ficaria constrangida. Além disso, são 3 horas de filme. Se o espectador não entrar no clima do filme, ele se tornará cansativo. Leo DiCaprio em mais uma atuação primorosa. Se você acha que em "O Aviador" ele se entrega totalmente ao papel, nesse é muito mais evidente essa entrega, sem nenhum, digo absolutamente nenhum pudor. Aliás, o elenco todo entrou perfeitamente no clima escrachado da produção. Não leve menores, é muito pesado, por isso ser censura 18 anos. Uma criança ou um adolescente não teria o discernimento de entender que o filme explicita uma situação em um tom de crítica e não um exemplo a ser seguido. Um Scorsese totalmente oposto de seu último filme, o Hugo Cabret. Mais no estilo de "Os bom companheiros" e "Os infiltrados" mas acreditem, muito mais escrachado. Provavelmente se tornará em um cult. Esse filme me impactou muito mais que eu esperava. Somente não é perfeito por não ser 100% realista. Conforme pesquisei na internet, alguns fatos foram mudados. Digamos que 90% é real. É estar com a mente aberta, conferir, apreciar e refletir depois...
Anderson F.
Anderson F.

7 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de janeiro de 2014
Três horas de um filme que falem a pena... Gostei!
Joao O.
Joao O.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2014
Confesso que O Lobo de Wall Street assusta um pouco nos primeiros minutos de exibição, tanho que era possível notar nos vizinhos de poltrona a abundância do brilho branco refletido em seus olhos arregalados de perplexidade. Nem nos documentários sobre drogas do Discovery Channel você vai conseguir ver tantas, de fato, até algumas que eu nunca ouviria falar.
Martin Scorsese foi bem sucedido ao dirigir O Lobo de Wall Street. O filme é uma adaptação de dois livros de memória de Jordan Belfort - The Wolf of Wall Street e Catching the Wolf of Wall Street.
Bem sucedido porque o filme consegue trazer algum tipo de originalidade a partir da adaptação, principalmente através do humor. Não residia em minhas expectativas encontrar muita comédia, esperava um filme basicamente sobre bolsa de valores, ascensão e declínio do personagem, semelhante ao filme Wall Street com Michael Douglas e Charles e Sheen.
Creio que este foi o ponto forte do filme: extraiu boas risadas do público. Às vezes as situações retratadas eram tão perturbadoras e surreais que a reação não poderia ser outra além de uma risada - às vezes desconcertadas.
A atuação do Leonardo DiCaprio foi agradável, não achei memorável - apenas gostei enquanto durou...
Para quem quer se divertir, sugiro.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de janeiro de 2014
Quando assisti pela primeira vez não havia gostado, também porque não estava prestando muita atenção, então resolvi ir no cinema novamente. E olha, é um bom filme, não é o melhor de Scorsese mas é a melhor interpretação de Leonardo DiCaprio. È uma história de ambição, desejos, vícios, e consequências. Não é um filme para todos, confesso que em muitas cenas fiquei constrangido, mas eram ações de Jordan. Lobo de Wall Street conta com um elenco de apoio muito bom, e um Jona Hill fora da realidade. São praticamente três horas de filme, então se for assistir no cinema, escolham um bem confortado. 9,0
Rebeca N.
Rebeca N.

12 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de janeiro de 2014
Leonardo de Caprio merece a indicação ao Oscar por "O Lobo de Wall Street".
Ele está incrivelmente dramático e hilário ao mesmo tempo. Ele sempre atua brilhantemente sob direção do Scorcese. Aliás o Scorcese é um diretor incrível, não tem nenhuma atuação mais ou menos no filme, nem dos figurantes. Jonah Hill está cada vez melhor e a participação de Jean Dujardin foi uma deliciosa surpresa. Com três horas de duração o longa-metragem não deixa você desgrudar os olhos da tela nenhuma vez.
Eu indico.
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