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Anderson G.
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397 críticas
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4,0
Enviada em 5 de julho de 2020
"Suspiria" é um filme que bebe de diversas fontes mas mesmo assim consegue ser muito autoral e autêntico, deixando sua marca e estilo próprio dentro do gênero.
"Suspiria" nos lembra muito "bebê de Rosemary", em diversos aspectos, deste o roteiro a até elementos de cenário, porém sua direção transgressora nós mostra uma autenticidade única, e faz o telespectador se separar dessa comparação, com um roteiro simples mas bem arquitetado temos um primeiro ato magnífico que cai nos dois seguintes, mesmo assim, a fotografia que combina um jogo de luzes ótimos que criam um estilo próprio a narrativa e tão vida aos acontecimentos juntamente com o gore e trash da época conquistaram o mais ranzinza dos telespectadores.
Diversas cenas são capazes de transportar o telespectador a tensão em tela, que passa por, horror, trash e até um ótimo terror psicológico, o longa italiano serviu de admiração para dezenas de direções futuras que sempre se utilizam da linda estética de "suspiria" como o argentino Gaspar noé.
"Suspiria" Pode não impressionar e causar medo nos dias de hoje, mas sua estetica e direção são um marco de um estilo cinematográfico que conquista os amantes do gênero até hoje. nota: 8/10
Não é todo momento que suspiramos aliviados. O filme se apresenta sem pretensão, ainda mais quando você não sabe muito o que esperar da história. As pistas são dadas bem sutilmente, então, quando algo de repentino acontece, a impressão que fica é que você não prestou atenção direito. Estratégia supreendente do roteiro! É fato, que pelo contexto de época, os efeitos são bem práticos para o terror. Hoje, envelheceram mal! No entanto, os enquadramentos dos ambientes pensados pelo diretor são sensacionais, a ponto de favorecer muito o clima tenso, ainda que existam méritos para atuação da Jéssica Harper (a protagonista). Essa atriz leva o filme num olhar de desespero da personagem... É impressionante! Quanta maestria, isso não vemos tão fácil hoje.
Um clássico do cinema italiano com uma atmosfera perturbadora. Dario Argento usou as cores como o vermelho forte para causar sensações de terror no público . Mostrando que um filme de terror não tem só o escuro como aliado.
Quem critica um filme de 1977 pela falta de produção ou efeitos toscos, realmente não entende nada de cinema. O clima de constante tensão no filme é o ponto alto dessa que é, para mim, a melhor obra de Argento no cinema. O uso das cores e a mescla entre sombrio e iluminado ajuda a carregar a atmosfera de prisão e condenação do filme. Vale a pena, sem falar pela música tema, para lá de amedrontadora.
A historia contada por uma palheta de cores arco-íris e com sua arquitetura gótica, dá a aquele que assiste uma forma lúdica e incrível. Entrar em um mundo imaginável e com características reais, ( desde arquitetura, contextos e personagens), está mais que certo ao se contar uma historia de bruxas. A falta de roteiro aprofundado poderia de certo ser um defeito fácil para critica-lo negativamente, porém, outra interpretação pode ser tirada dessa falta de "trabalho" no roteiro. Ao defender essa lacuna basta analisa-la como um presente de Dario Argento, para nós telespectadores. Este não é um filme para penetrar em diálogos e plot twist, ele é um filme visual, e sonoro. O cenário, a câmera e a trilha sonora, te mostram a historia como uma pintura, não é um filme só para assistir, é um filme para contemplar
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