De Amor e Trevas
Média
2,9
publicações
  • Almanaque Virtual
  • Zero Hora
  • Cineweb
  • O Globo
  • Preview
  • Rolling Stone
  • Rubens Ewald
  • The Guardian
  • The Hollywood Reporter
  • The Playlist
  • Screen International
  • Variety
  • Folha de São Paulo

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Almanaque Virtual

por Zeca Seabra

Demonstrando um grande interesse na história do povo judeu, Portman trabalha com uma interessante paleta fotográfica  refletindo em luzes e enquadramentos, o ideal frustrado  de um povo que sempre buscou sua identidade roubada e vilipendiada.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

Zero Hora

por Roger Lerina

Natalie Portman empresta a dramaticidade adequada ao interpretar o papel da mãe de Amós Oz e acena com um futuro mais consistente como realizadora cinematográfica do que, por exemplo, sua colega hollywoodiana Angelina Jolie...

A crítica completa está disponível no site Zero Hora

Cineweb

por Neusa Barbosa

Com toda a sinceridade e empenho da diretora, no entanto, é fato de que ela só conseguiu seus objetivos em parte, sendo mais bem-sucedida no aspecto intimista da história. Mas, afinal, o filme resulta num esforço que, ainda que modesto, tem suas qualidades a admirar.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

O Globo

por André Miranda

A diretora expressa um carinho grande por todos os seus personagens. É como se Natalie quisesse, acima de tudo, homenagear Oz. Há, por isso, alguns exageros emotivos, que talvez sirvam melhor a fãs de seus livros.

A crítica completa está disponível no site O Globo

Preview

por Suzana Uchôa Itiberê

Como o ponto de vista é o da inocência, porém, o cenário político fica na superficialidade. A reflexão sobre o sionismo, a criação de Israel e as cicatrizes do Holocausto, marcantes no livro, ganham pouco espaço nessa transposição um tanto compacta.

A crítica completa está disponível no site Preview

Rolling Stone

por Christian Petermann

Natalie Portman carrega o projeto e a personagem nas costas. Pena que a jornada dramática dela, na segunda metade do filme, seja um crescente processo de depressão, que, mesmo bem captado em cenas oníricas, acaba por tornar a obra densa em um sentido negativo.

A crítica completa está disponível no site Rolling Stone

Rubens Ewald

por Rubens Ewald Filho

Natalie parece ainda não ter experiência para fazer um script mais equilibrado e harmonioso por vezes confuso e sem o devido impacto. Também não brilha como atriz (possivelmente por acumular tantas obrigações). O filme poderia ser mais, ficando num meio termo.

A crítica completa está disponível no site Rubens Ewald

The Guardian

por Andrew Pulver

Natalie Portman fez um filme com algo sério e interessante a dizer sobre Israel, um retrato com muitas nuances sobre um lugar que demonstra um comprometimento, e uma certa conexão, com o país natal da diretora. Esta é uma estreia confiante e emocionante.

A crítica completa está disponível no site The Guardian

The Hollywood Reporter

por Deborah Young

O filme escrito e dirigido por Portman parece estar em conflito sobre se é sobre o jovem Amos ou a sua mãe, a quem ela retrata como uma mulher bonita, culta com uma cabeça cheia de fantasias românticas.

A crítica completa está disponível no site The Hollywood Reporter

The Playlist

por Kevin Jagernauth

Infelizmente, o roteiro de Portman curiosamente privilegia Fania ao invés de Amos. Assim, cria uma distância emocional que decepciona aqueles em busca de mais informações sobre o escritor, e surpreende todos os outros com seus tons incrivelmente sombrios.

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Screen International

por Tim Grierson

Aqui vemos o lado mais fraco da delicada tonalidade deste filme: Natalie Portman adora tanto o livro no qual se baseou para fazer o filme e também os personagens nele contidos que ela acaba nunca conseguindo se aprofundar o suficiente para trazer tudo à tona com força.

A crítica completa está disponível no site Screen International

Variety

por Peter Debruge

O filme de Portman, que implora por um pouco de empatia, carece de qualquer que seja a universalidade que fez da obra original um fenômeno internacional.

A crítica completa está disponível no site Variety

Folha de São Paulo

por Sérgio Alpendre

Natalie Portman cai em armadilhas das produções edificantes: música grandiloquente ou sensível, pompa artística e ausência completa de estilo. Dela, pode-se esperar muito mais.

A crítica completa está disponível no site Folha de São Paulo
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