A Garota Ideal
Média
4,0
247 notas

30 Críticas do usuário

5
10 críticas
4
12 críticas
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Jéssica F.
Jéssica F.

33 seguidores 58 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme muito interessante.
Com a sinopse algumas pessoas assemelham o filme com a Mulher Invisivel,porém é bem longe disso. O filme pra mim não se classifica em comédia e sim em drama, contado de uma forma leve. O filme é muito original.
Achei a Emili Mortimer estranha em algumas cenas, e como sempre Ryan Gosling está muito bem.
dago66
dago66

6 seguidores 48 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
IMPERDÍVE...EMOCIONANTE
Rafael Sales
Rafael Sales

1 seguidor 48 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2024
Esse filme me surpreendeu positivamente, deixei na minha lista por um ano, mas por preconceito do enredo sempre deixava para depois. E devo confessar, perdi muito tempo, pois o filme e a história são lindas, é um filme que em alguns momentos parece comédia e em alguns se transforma em drama, os personagens são muito carismáticos, fazendo que você torça para que todos eles encontrem a felicidade. a atuação de Ryan Gosling é surreal, ele deixa de ser um galã para ser um homem comum do subúrbio. Recomendo o filme, não cometa o mesmo erro de deixar esse filme para depois e assista assim que possível.
Marcelo Vilas Boas
Marcelo Vilas Boas

27 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de novembro de 2024
A primeira vista parece uma comédia, quando Lars, um rapaz tímido, apresenta sua nova namorada, que é uma boneca de plástico. Aos poucos a história transforma em um drama, retratando, de forma honesta, a vida Lars que, aparentemente, tem um transtorno esquizóide. O ponto comovente do filme é que todos ao redor de Lars passam a acreditar em seu delírio a fim de ajudá-lo. Ao final A Garota Ideal, é um filme sobre compaixão, empatia e solidariedade.
Milena Magnano
Milena Magnano

2 seguidores 20 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de setembro de 2024
Fofo, imprevisível, diferente. Atuação 1000 do principal. História cativante, enredo interessante. Gostei bastante.
LÍGIA D.
LÍGIA D.

24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de agosto de 2021
A princípio coisas que parecem loucura, e com o passar da estória começa uma reflexão sobre tudo, sobre as relações humanas e até as desumanas. Amei amei amei amei e recomendo demais. Ryan Gosling como sempre espetacular!!! 
deverson X.
deverson X.

5 seguidores 13 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 18 de setembro de 2013
O filme é muito interessante, entretanto, você vai criando uma expectativa que é frustrada ao final, só assista se não tiver nada para fazer mesmo.
Fernando B.
Fernando B.

6 seguidores 11 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de junho de 2015
Filme interessante, com lances cômicos, mas que trata de maneira muito interessante o trauma perfeitamente real e extremamente dramático do protagonista, aliás muito bem interpretado por Gosling.
rafak
rafak

9 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Eu achei o filme bem ruim. Muito cansativo. O tema abordado é legal, mas muito massante. Gosto de começar a assistir um filme e ir até o final, mas confesso que eu não via a hora desse acabar porque eu já não tava aguentando mais...
fabs
fabs

9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de junho de 2025
“A Garota Ideal” (2007) é aquele tipo de filme que passa batido por muita gente, mas merece ser redescoberto, principalmente por quem gosta de Psicologia. Ryan Gosling, como sempre, entrega uma atuação impecável: ele interpreta Lars, um cara extremamente tímido, com sinais claros de isolamento social e talvez até fobia social. Em um ponto inusitado da trama, ele apresenta uma boneca (que ao meu ver hoje seria chamada de boneca reborn) como sua namorada, Bianca. E o mais interessante é que ele acredita de verdade nesse vínculo.

O que poderia virar piada ou ser tratado de forma caricata, ganha contornos muito humanos. A família, especialmente a cunhada (um amor de pessoa), decide acolher a situação com empatia e vai puxando o irmão junto nesse cuidado. Aos poucos, a comunidade também entra nesse “jogo simbólico”, respeitando o tempo e o sofrimento de Lars, ao invés de forçá-lo a “voltar ao normal”. E aí está o brilho do filme: ele mostra como o acolhimento, o respeito à subjetividade e a convivência amorosa podem funcionar quase como uma terapia silenciosa.

Para quem olha com os olhos da Psicologia, é lindo ver como o filme retrata o processo de exposição gradual a estímulos difíceis (como o toque, o afeto, o contato social) de forma tão natural. É uma história sobre solidão, mas também sobre vínculo e cuidado. E o melhor: sem grandes discursos, sem rótulos pesados. Só sensibilidade, humanidade e um baita roteiro.
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