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Jéssica F.
33 seguidores
58 críticas
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4,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2012
Filme muito interessante. Com a sinopse algumas pessoas assemelham o filme com a Mulher Invisivel,porém é bem longe disso. O filme pra mim não se classifica em comédia e sim em drama, contado de uma forma leve. O filme é muito original. Achei a Emili Mortimer estranha em algumas cenas, e como sempre Ryan Gosling está muito bem.
Esse filme me surpreendeu positivamente, deixei na minha lista por um ano, mas por preconceito do enredo sempre deixava para depois. E devo confessar, perdi muito tempo, pois o filme e a história são lindas, é um filme que em alguns momentos parece comédia e em alguns se transforma em drama, os personagens são muito carismáticos, fazendo que você torça para que todos eles encontrem a felicidade. a atuação de Ryan Gosling é surreal, ele deixa de ser um galã para ser um homem comum do subúrbio. Recomendo o filme, não cometa o mesmo erro de deixar esse filme para depois e assista assim que possível.
A primeira vista parece uma comédia, quando Lars, um rapaz tímido, apresenta sua nova namorada, que é uma boneca de plástico. Aos poucos a história transforma em um drama, retratando, de forma honesta, a vida Lars que, aparentemente, tem um transtorno esquizóide. O ponto comovente do filme é que todos ao redor de Lars passam a acreditar em seu delírio a fim de ajudá-lo. Ao final A Garota Ideal, é um filme sobre compaixão, empatia e solidariedade.
A princípio coisas que parecem loucura, e com o passar da estória começa uma reflexão sobre tudo, sobre as relações humanas e até as desumanas. Amei amei amei amei e recomendo demais. Ryan Gosling como sempre espetacular!!!
Filme interessante, com lances cômicos, mas que trata de maneira muito interessante o trauma perfeitamente real e extremamente dramático do protagonista, aliás muito bem interpretado por Gosling.
Eu achei o filme bem ruim. Muito cansativo. O tema abordado é legal, mas muito massante. Gosto de começar a assistir um filme e ir até o final, mas confesso que eu não via a hora desse acabar porque eu já não tava aguentando mais...
“A Garota Ideal” (2007) é aquele tipo de filme que passa batido por muita gente, mas merece ser redescoberto, principalmente por quem gosta de Psicologia. Ryan Gosling, como sempre, entrega uma atuação impecável: ele interpreta Lars, um cara extremamente tímido, com sinais claros de isolamento social e talvez até fobia social. Em um ponto inusitado da trama, ele apresenta uma boneca (que ao meu ver hoje seria chamada de boneca reborn) como sua namorada, Bianca. E o mais interessante é que ele acredita de verdade nesse vínculo.
O que poderia virar piada ou ser tratado de forma caricata, ganha contornos muito humanos. A família, especialmente a cunhada (um amor de pessoa), decide acolher a situação com empatia e vai puxando o irmão junto nesse cuidado. Aos poucos, a comunidade também entra nesse “jogo simbólico”, respeitando o tempo e o sofrimento de Lars, ao invés de forçá-lo a “voltar ao normal”. E aí está o brilho do filme: ele mostra como o acolhimento, o respeito à subjetividade e a convivência amorosa podem funcionar quase como uma terapia silenciosa.
Para quem olha com os olhos da Psicologia, é lindo ver como o filme retrata o processo de exposição gradual a estímulos difíceis (como o toque, o afeto, o contato social) de forma tão natural. É uma história sobre solidão, mas também sobre vínculo e cuidado. E o melhor: sem grandes discursos, sem rótulos pesados. Só sensibilidade, humanidade e um baita roteiro.
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