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Adriano Côrtes Santos
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1.229 críticas
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5,0
Enviada em 12 de abril de 2019
Dirigido e produzido em 1997 por Curtis Hanson, baseado no livro de James Ellroy, ambientado na Los Angeles dos anos 50, entre policiais corruptos, criminosos e tabloides, a trama vai ao cerne, com um ritmo exemplar, onde os atores estão inspiradíssimos. Três policiais investigam um assassinato múltiplo. Bud White (Russel Crewel), o cerebral Ed Exiey (Guy Pearce) e o emproado Jack Vincentes (Kevin Spacey), suspeitam de uma rede corrupta comandada pelo alto escalão da cidade e acobertada por uma fachada de prostituição de luxo. A prostituta Lynn (Kim Basinger) pode ser a chave do mistério. Uma fotografia com tons quentes lembra Chinatown (1974). Um filme sensual, intrigante, cínico e, ao mesmo tempo, romântico. Lembrando muito os filmes ‘noir’, uma colisão, lamentosa entre detetives e lindas mulheres pela perda do verdadeiro amor, moral, coragem e todo o civismo americano. Indicado as nove categorias ao Oscar de 1988 venceram como Melhor roteiro adaptado Brian Helgeland e Curtis Hanson e Melhor atriz coadjuvante Kim Basinger
Em plenos anos 1990, Curtis Hanson recria a atmosfera clássica dos filmes noir, sem precisar abrir mão da contemporaneidade de sua própria época. Kevin Spacey, Russel Crowe e até Kim Basinger em grandes atuações. Os demais atores fecham com chave de ouro um dos elencos mais eficientes formados nas últimas décadas. Hanson demonstrou inteligência ao escalar James Cromwell em um papel completamente diferente do adorável velhinho que havia recém interpretado em Babe – O Porquinho Atrapalhado (Babe, 1995), sem contar um Danny DeVito extremamente à vontade como o símbolo da fraqueza moral da imprensa hollywoodiana. Los Angeles – Cidade Proibida é um daqueles raros casos onde tudo dá certo em uma produção, onde cada aspecto se encaixa para formar um filme capaz de crescer e se tornar ainda mais forte com o decorrer dos anos. De quebra, apresenta uma visão nada lisonjeira da capital do cinema, exibindo sua face oculta e condenável como poucas obras fizeram antes. É como diz um dos personagens em determinado momento: “Essa é a cidade dos anjos e você não tem asas”.
Em plenos anos 1990, Curtis Hanson recria a atmosfera clássica dos filmes noir, sem precisar abrir mão da contemporaneidade de sua própria época. Kevin Spacey, Russel Crowe e até Kim Basinger em grandes atuações. Os demais atores fecham com chave de ouro um dos elencos mais eficientes formados nas últimas décadas. Hanson demonstrou inteligência ao escalar James Cromwell em um papel completamente diferente do adorável velhinho que havia recém interpretado em Babe – O Porquinho Atrapalhado (Babe, 1995), sem contar um Danny DeVito extremamente à vontade como o símbolo da fraqueza moral da imprensa hollywoodiana. Los Angeles – Cidade Proibida é um daqueles raros casos onde tudo dá certo em uma produção, onde cada aspecto se encaixa para formar um filme capaz de crescer e se tornar ainda mais forte com o decorrer dos anos. De quebra, apresenta uma visão nada lisonjeira da capital do cinema, exibindo sua face oculta e condenável como poucas obras fizeram antes. É como diz um dos personagens em determinado momento: “Essa é a cidade dos anjos e você não tem asas”.
Filmes do gênero suspenses são aqueles filmes que ficam marcados na história do cinema. Esse está sem dúvidas! Excelente roteiro e vencedor do Oscar, com atuações marcantes e um final surpreendente. Baseado em fatos reais, mostra como a bela Los Angeles dos anos 50 não era apenas a cidade que tinha Hollywood como destaque na mídia.
A câmera mostra em close as mãos algemadas de um suspeito sentado em uma cadeira. Escuta-se apenas pancadas e gemidos abafados de dor. O temido chefe de polícia de Los Angeles (o ótimo James Cromwell), por fim, “aconselha” ao miserável que está sendo esmurrado: "Volte para Nova Jersey, filho. Esta é a ‘Cidade dos Anjos’... e você não tem asas!" Bem-vindos à Los Angeles dos anos 50, a proibida "Cidade dos Anjos", com a sua imprensa sensacionalista e a sua polícia e justiça corruptas e oportunistas, e testemunharão uma das mais belas homenagens ao cinema já produzidas. Direção impecável de Curtis Hanson, um roteiro brilhante e atores dando o melhor de si em performances arrebatadoras. “Los Angeles - Cidade Proibida”, um excelente policial "noir", faturou “apenas” duas estatuetas do Oscar em 1997: a de melhor ator (Kevin Spacey) e a de melhor roteiro adaptado (digo “apenas”, porque é infinitamente superior à “Titanic”, o megalomaníaco e milionário filme de James Cameron, que faturou o Oscar de melhor filme, dentre outros).
Sem duvida um dos melhores filmes policiais da história do cinema. Com atuações geniais de Kevin Spacey, Russell Crowe e Guy Pearce. Com destaque para Russell Crowe com mais uma daquelas atuações de levantar da poltrona e aplaudir. O filme também merece aplausos, roteiro impecável. Também é uma das melhores adaptações. Filme nota 10.
Se você busca um suspense policial, investigativo. L.A. CIDADE PROIBIDA, é o filme certo pra você. O diretor Curtis Hanson, consegue nos envolver com uma trama direta e inteligente, baseada em cima de três personagens principais:spoiler: o policial Bud White (Crowe), o brutamontes, protetor de mulheres indefesas. O Sargento Ed Exley (Pearce), o almofadinha incorruptível, e o também Sargento Jack Vincennes (Spacey), detetive e consultor de seriado em Hollywood. A trama ganha forma, após um crime no "Nite Owl", um restaurante local, que se torna palco de uma carnificina. Cabe à esses três personagens descobrir quem está por trás dos crimes, mesmo que tenham que deixar suas diferenças de lado.
Excelente atuações de todo o elenco, que até então era composto por dois atores australianos, quase que desconhecidos, (Russell Crowe e Guy Pearce), unindo-se à experientes estrelas de Hollywood, caso de Kevin Spacey, Kim Basinger, Danny De Vito e James Cromwell. Somando à uma belíssima fotografia, com paisagens que nos levam aos anos 50, cheio de glamour e luxúria. Que escondem o obscuro submundo do crime. O diretor consegue aqui sua obra-prima, pois é disparado seu melhor trabalho. nota 10
Um dos melhores filmes policias que eu já vi, muito bom revelo um ator excelente Russel Crowe que por sinal atuou muito bem, roteiro impressionante com a trama muito boa que me surpreendeu com um final inesperado, curtis hanson faz um trabalho excelente a representar a decada de 50 excelentemente bem desde trilha sonora ate direção de arte e ate figurino, muito bom (maquiagem e etc.) filme muito bom 2° melhor filme de 1997, até o Kevin Spacey que eu não gosto muito fez um trabalho bom. Kim Basenger ficou muito boa em sua atuação e no cover que ela fez de uma atriz da decada de 50. enfim filme excelente nota 10
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