É um filme de ficção que se baseia em fatos reais com casos criminais fictícios de 1950, baseado num livro do Quarteto de Los Angeles… Muito bom, prestigiadíssimo, que só não ganhou mais Óscar pq simplesmente concorreu com o Supra Sumo Titanic… Um obro inteligentíssima (mérito do autor) com uma fidelização e atuações magnificas, o desenrolar ganha contornos dramáticos e o suspense nos envolve por completo, ótimos plot twist, delicioso de acompanhar… Excelente, entretém, intriga e aguça...
É um filme intrigante, ele começa um pouco massante e vai te surpreendendo ao decorrer da história, vai te prendendo com a narrativa, que é muito bem costurada. Um filme policial excelente para se assistir como encontro ou um sábado à noite, com pipocas e tudo que se tem direito para um cinema em casa.
Que filmaço... Tudo neste filme é bom. A presença de Kevin Spacey A beleza da Kim Basinger A graça de Danny DeVito A gana por justiça do Russell Crowe O bom caráter do Guy Pearce Um roteiro bem amarrado que te prende na poltrona Recomendo demais Vale a pena assistir!!!
Um filme bem produzido com uma trama interessante. Após assistir pela primeira vez, tive a feliz impressão de estar lendo uma literatura policial. Sendo assim, faz jus ao livro que o inspirou. Os cincos atores de peso (Spacey, Pearce, Cromwell e Basinger) conseguem dividir bem as atenções.
O filme é tão explicito em ações e diálogos que quase fica imperceptivel o tema central:Não há nada que não possa ser corrompido. O que é esse tal de Deni De Vito, atuando com um belissimo ornamento de uma prato riquissimo, compostos de grandes atores?. Onde pensei que Kevin Spacey não teria muito destaque, devido ao enredo, fiquei abismado com sua ultma cena... Tive que repetir para saborear do talento desse ator. Magnifico filme, dinâmico, explosivo, charmoso e, surpreendente,
Em plenos anos 1990, Curtis Hanson recria a atmosfera clássica dos filmes noir, sem precisar abrir mão da contemporaneidade de sua própria época. Kevin Spacey, Russel Crowe e até Kim Basinger em grandes atuações. Os demais atores fecham com chave de ouro um dos elencos mais eficientes formados nas últimas décadas. Hanson demonstrou inteligência ao escalar James Cromwell em um papel completamente diferente do adorável velhinho que havia recém interpretado em Babe – O Porquinho Atrapalhado (Babe, 1995), sem contar um Danny DeVito extremamente à vontade como o símbolo da fraqueza moral da imprensa hollywoodiana. Los Angeles – Cidade Proibida é um daqueles raros casos onde tudo dá certo em uma produção, onde cada aspecto se encaixa para formar um filme capaz de crescer e se tornar ainda mais forte com o decorrer dos anos. De quebra, apresenta uma visão nada lisonjeira da capital do cinema, exibindo sua face oculta e condenável como poucas obras fizeram antes. É como diz um dos personagens em determinado momento: “Essa é a cidade dos anjos e você não tem asas”.
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