Interestelar
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claytonvinis
claytonvinis

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5,0
Enviada em 5 de fevereiro de 2016
Sem duvida um dos melhores filmes de ficção cientificas que já vi, sou fisico e gostei muito de ver as teorias que estudamos ser retratada tão bem em um filme o filme é muito bom
Thomas L.
Thomas L.

11 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de julho de 2015
Christopher Nolan mostrou mais uma vez ao mundo que é um ótimo diretor de filmes, Interestelar concerteza é o melhor longa-metragem de ficção científica realizado em 2014, a trama envolve uma situação precária do planeta terra que logo de fato irá acontecer na vida real, as teorias de relatividade e das possibilidades da existência de um buraco de minhoca são todas teorias verdadeiras, ou seja, Christopher Nolan fez o máximo possível para deixar o filme realista, isso foi um dos poréns do filme ser indicado merecidamente ao Oscar de direção de arte, e acabou ganhando o Oscar de melhores efeitos visuais, bem, o filme é bom em todos os aspectos, principalmente falando na maravilhosa trilha sonora de Hans Zimmer e na atuação impecável de Matthew McConaughey. Interestelar é um filme para pessoas inteligentes, ou seja, é um excelente filme.
Mateus S.
Mateus S.

67 seguidores 36 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de novembro de 2014
Interestelar é o mais novo filme de Christopher Nolan, conhecido por seu trabalho na mais recente trilogia do Batman. E mais uma vez, Nolan surpreende. Interestelar é com toda certeza, o trabalho mais diferenciado de sua carreira. Depois de trabalhos como A Origem e o Grande Truque, Nolan arrisca-se em uma ficção científica purista, cheia de questionamentos e que explora não só a ciência, mas também a humanidade de seus personagens e conceitos nada científicos, como fé e amor.
O roteiro fica por conta de seu irmão, Jonathan Nolan, que baseia-se nas teorias de Kip Thorne. Jonathan faz um ótimo trabalho não somente expondo as teorias de Kip Thorne e colocando um fundo mais fictício, como também cria ótimos personagens. Por outro lado, o filme utiliza-se de muitos termos técnicos, o que pode dificultar para alguns a compreensão do que os personagens estão falando. A direção de Christopher Nolan também não decepciona. O diretor inova colocando elementos mais dramáticos no filme, algo que não é de seu costume. Por mais que o filme conte com cenas de ação, seu foco fica por conta das cenas dramáticas e de tensão.
As atuações do filme estão simplesmente sensacionais. Matthew McConaughey simplesmente prova que o Oscar recebido esse ano por ele foi mais do que merecido. Um ator de primeira que se destaca em todas as cenas que aparece no filme. Temos também Anne Hathaway que merece destaque em todas as suas cenas dramáticas, onde prova que é uma atriz de primeira. Temos também Jessica Chastain e Mackenzie Foy, ambas interpretam Murph. Jessica interpreta Murph adulta, enquanto Mackenzie a interpreta quando é criança ainda. Mesmo não tendo tantas aparições, ambas se esforçam e mostram talento, principalmente Mackenzie em suas cenas dramáticas.
Interestelar surpreende e supera as expectativas. Para os que esperam um filme de ação espacial, não receberão isso. Para os que esperam um filme realista, Interestelar está longe disso também. É uma ficção científica por completo e uma das melhores. Um filme que utiliza de vários momentos tensos e dramáticos para contar sua história.
Roberto O.
Roberto O.

26 seguidores 59 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de novembro de 2014
A Gravidade da Odisseia No Espaço de Interestelar.
Um roteiro cinematográfico escrito por um cineasta notoriamente perfeccionista e meticuloso, em conjunto com um ás em ficção científica embasada em conceitos realísticos. Um filme realizado com a aplicação desses conceitos que, quem sabe, possam vir a ser palpáveis na vida real em alguns anos. Plateias estupefatas com o que veem na tela grande, uma ambiciosa obra que se propõe, durante suas duas horas e meia de duração, a aprofundar a interminável discussão filosófica acerca da importância da humanidade no universo... mais do que isso, haveria essa importância? Crítica e público com opiniões divididas, mas ninguém indiferente a essa obra, depois da qual o cinema nunca mais seria o mesmo... Estamos falando, obviamente de... 2001 – Uma Odisseia No Espaço, lançado em 1968, dirigido pelo mestre Stanley Kubrick, que co-escreveu o roteiro do filme em parceria com um exímio entendedor do assunto, o escritor Arthur C. Clarke, que lançou o livro de mesmo nome simultaneamente ao cultuado longa. O livro fez história, o bem-sucedido Clarke escreveu sequencias que aprimoraram seus conceitos e propiciaram questionamentos existenciais cada vez mais aprofundados. O filme, amplamente apreciado nas salas de cinema por muitos que o consideraram “uma viagem alucinante” (em pleno auge da era hyppie), imediatamente se tornou um dos maiores clássicos já vistos na história da 7ª Arte.
Quase meio século depois, há um certo déjà vu no ar, guardadas as devidas proporções. O diretor Christopher Nolan concebeu a versão final do roteiro de Interestelar em parceria com seu irmão, Jonathan Nolan. Até aí, tudo bem, pois sempre escreveram juntos. Ocorre que toda a contextualização científica vista neste novo longa foi embasada pelas teorias do respeitável físico Kip Thorne, que contribuiu fundamentalmente para a realização deste complexo roteiro. Embora vejamos no decorrer de suas quase três horas situações absurdamente inacreditáveis, dignas das mais psicodélicas e alucinógenas doses de LSD, muito do que vemos em Interestellar poderia ser “teoricamente” possível, por mais inacreditavelmente absurdo que possa parecer (os anagramas contidos neste texto não são casuais, em concordância com as rimas do filme, e elas são muitas).
Embora haja diferenças dimensionais entre as duas obras, suas semelhanças permitem uma comparação relevante. Se 2001 levou o homem à órbita de Jupiter, Interestellar vai um pouco mais além. Se 2001 indagava quanto à capacidade do homem de evoluir no decorrer dos milênios, Interestelar se preocupa com a transcendência dos limites dos seres humanos em seus esforços para preservar a própria espécie. Se 2001 deixava um final de certa forma livre a interpretações, Interestelar traz uma cartilha científica completa com as resoluções de todos os mistérios que apresenta. Se 2001 garantiu seu lugar na história, a trajetória cinematográfica de Interestelar será definida pelo tempo.
E o tempo é quase um personagem do longa, a começar pela sua já citada longa duração, que pode passar rápida ou lentamente, dependendo do nível de envolvimento do espectador. Talvez aí resida um dos problemas mais crônicos de Christopher Nolan como cineasta: o tempo que gasta com seus intermináveis diálogos expositivos, que podem envolver (ou chatear) a plateia. Sua tradicional obsessão em explicar absolutamente tudo que se vê na tela pode até agradar alguns, que preferem o entretenimento já mastigado, sem com isso deixar de ser complexo. Contudo, dramaticamente falando, algumas sequências se tornam anticlimáticas à medida que são completamente desvendadas, e um dos sentimentos mais intensos já proporcionados pelo cinema, o suspense, simplesmente se perde em meio aos diálogos que minam toda a emoção que essas mesmas cenas poderiam causar, se NÃO fossem explicadas. Nolan, portanto, dá mais uma aula prática de como algumas horas podem parecer intermináveis décadas, ou o contrário... e não apenas na edição, mas na história propriamente dita, como já havia feito em A Origem (2010), filme que também encontra paralelo aqui em outro quesito, digamos, gravitacional.
A gravidade (no sentido literal) é outro pilar desta história da qual, quanto menos falarmos, melhor, dada a quantidade de reviravoltas e surpresas que apresenta, comprovando que, apesar de seus defeitos narrativos, Nolan ainda assim consegue nos surpreender (e muito). Semelhanças com outras obras (ou referências a elas) são várias, além das já citadas. Merecem destaque aqui os “monolíticos” robôs TARS e CASE (não há referência mais kubrickiana). A inspirada trilha de Hanz Zimmer também remete à utilizada em 2001. Há, porém, outro filme ambientado no espaço que, lançado no ano passado, ganhou tamanha projeção que o levou ao patamar de novo clássico do gênero, tendo ganho 7 Oscars (inclusive Melhor Diretor) dos 10 aos quais foi indicado (recebeu também a indicação para Melhor Filme). O longa de Alfonso Cuarón, Gravidade, impressionou a comunidade científica pelo realismo das situações narradas. O melancólico silêncio espacial, costumeiramente ignorado na grande maioria dos filmes do gênero, por motivos até mesmo comerciais (já imaginou Star Wars sem barulho de explosões?), além de ter sido sabiamente utilizado no longa de Cuarón, encontra merecidamente em Interestelar o seu “espaço”. Por fim, vemos em dado momento deste novo longa de Nolan ecos da forma criativa com que foi utilizada a força da gravidade em Elysium (também lançado no ano passado), estrelado por Matt Damon, que também aparece aqui, vivendo um personagem surpreendente.
As grandes atuações que encontramos em Interestelar são mais surpreendentes ainda justamente por se tratar de um filme de Christopher Nolan, que costuma ser frio (talvez não intencionalmente) no tratamento que dá às relações pessoais em seus filmes. Nenhuma das histórias que contou anteriormente conseguiu emocionar em decorrência de algum envolvimento afetivo-sentimental. Entre as qualidades do diretor estão o realismo extremo, as sequências de tensão vistas paralelamente com edições rápidas (aqui belissimamente executadas), e as imprevisíveis reviravoltas nas tramas, capazes de gerar no espectador uma irresistível vontade de assistir novamente ao filme que acabara de ver, só para reparar nos detalhes que passaram despercebidos. O amor (no sentido mais amplo da palavra) nunca esteve entre seus temas principais... até agora. Matthew McConaughey, vivendo o "fazendeiro" Cooper, consegue facilmente nos fazer chorar (mesmo) com suas reações ante os fatos que presencia, seja na companhia da Dra. Brand (Anne Hathaway, bela e talentosa como sempre) ou na já tão comentada cena com a câmera em close no seu rosto, em que o vemos assistindo a vídeo-mensagens enviadas por seu filho. Mas o cerne sentimental do filme está em Cooper e Murphy, uma das relações mais longevas entre pai e filha já vistas no cinema. Acredite, essa relação vai longe, as lágrimas de comoção estão garantidas.
Muitos, após assistirem 2001 – Uma Odisséia No Espaço, buscam um sentido para as soluções enigmáticas que o filme entrega. Da mesma forma, Interestelar, mesmo com o gabarito já preenchido, poderá facilmente despertar no espectador novos questionamentos dimensionais, temporais, existenciais e filosóficos. O filme subverte a lógica convencional e desafia a realidade que conhecemos, ao nos trazer buracos negros, buracos de minhoca, dobras no espaço-tempo, desdobramentos da Teoria da Relatividade de Albert Einstein, e realidades compostas por cinco dimensões, ao invés das três na quais vivemos. Mais desafiador ainda é constatar que todos os conceitos apresentados no filme possuem embasamento nos estudos mais recentes da Física, que atestam a veracidade teórica de cada um deles... teórica. Motivos mais do que suficientes para sair do cinema com aquela expressão de “entendi... mas, e se?”
Como se não bastasse, a obra ainda nos convida a uma irresistível reflexão, que pode transcender a nossa vã filosofia, ao sugerir o “amor maior” como a motivação suprema do ser humano para se manter vivo e garantir que sua espécie assim se manterá. Mas não seria isso mesmo?
Emanuel F.
Emanuel F.

25 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2014
Um ÓTIMO FILME, o melhor filme de ficção cientifica do ano! Emocionante do inicio ao fim, um drama denso e muito bem feito!
Vitor P.
Vitor P.

18 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2014
Ótimo filme. Esse filme deve ser visto na maior tela possível e com o som muito bom. Aconselho imax. Filme com emoção, ação e suspense. Filme prende você até o final.
Roberto H.
Roberto H.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 8 de novembro de 2014
A ficção científica é algo incrível. Além de estudar o impacto da ciência e suas variáveis no comportamento humano, serve como fonte inesgotável de inspiração para todos aqueles que se aventuram na arte de contar histórias. Por ter em suas fundações algo lógico como a ciência, o gênero tem a liberdade de construir tramas complexas e explorar ideias e teorias cada vez mais intrigantes. E por isso é mais do que animador quando temos um diretor como Christopher Nolan explorando o gênero.

Diretor de filmes como A Origem (Inception) e Amnésia (Memento), Nolan é conhecido pela necessidade de trabalhar com temas e conceitos carregados de tudo aquilo que a ficção científica tem de melhor: o poder de despertar a curiosidade humana. Em Interestelar, o diretor usou o roteiro de seu irmão, Jonathan Nolan, que se baseou nas teorias do físico teórico Kip Thorne, para desenvolver toda parte científica da produção.

No filme, em um futuro onde a Terra sofre as consequências de anos de devastação, um grupo de exploradores deve fazer o impossível para evitar a extinção da raça humana; Eles terão que desafiar a viagem interestelar na esperança de encontrar a salvação para todos. Paralelamente, o piloto da missão, Cooper (Matthew McConaughey, alright alright alright) está preocupado com a notícia de ter que deixar seus filhos na terra, com medo de jamais voltar.

Esse é um dos filmes mais ambiciosos da carreira de Christopher Nolan, que não economizou para trazer uma representação fiel de sua aventura pelas estrelas (ele realmente usou filmagem espacial). Enquanto a parte terrestre do filme retrata um planeta poluído e sem saúde, a parte espacial é de uma magnitude incrível. Toda física ganha beleza quando o diretor decide dar forma ao que é inimaginável, seja a escuridão total de um buraco negro sugando a matéria ou o interior de um buraco de minhoca distorcendo as realidades. Por mais que pareça complicada (o que é mesmo), a ciência -mesmo em seus momentos mais absurdos e “fictícios”-, é retratada de modo convincente.

Claramente inspirado por Kubrick e seu 2001: Uma Odisseia no Espaço (até mesmo na trilha de Hans Zimmer, que tenta emular um pouco a faixa tema do clássico), principalmente na motivação e ambição cinematográfica, Nolan não segue uma das razões para o filme de Kubrick ser referência até hoje, e esta é o toque de mistério e dúvida. Se em A Origem o diretor tentou ao máximo deixar pontos em aberto, em “Interestelar” ele tenta justificar tudo o que propõe. Esta talvez seja uma característica que Nolan pode ter exigido de sua obra, e que na verdade não compromete o aproveitamento do filme.

A fotografia é belíssima, a trilha é ótima e toda a parte técnica é praticamente impecável. Está de parabéns pelos detalhes também, principalmente por respeitar as leis da física (o som não se propaga no espaço, finalmente). O único problema nessa parte está mesmo em um dos erros que Nolan costuma cometer: o ritmo.

Mesmo com uma trama incrível e questionamentos que fazem deste filme memorável, o desenvolvimento parece um pouco corrido em alguns momentos (coisa que aconteceu bastante em The Dark Knight Rises) e alguns diálogos não são dos melhores. Em quase três horas de filme, não foi instituído tempo suficiente ou razão para nos importarmos com alguns personagens, exceto a relação entre Cooper e Murph. Se Nolan era conhecido por não construir relações humanas fortes o suficiente, aqui ele faz com que o fundamento do filme seja o amor entre o pai e a filha. Mackenzie Foy, que foi bem criticada na época de Crepúsculo, agora mostra talento como a versão mais nova de Murph, enquanto Jessica Chastain convence como sempre, como a versão adulta da personagem. E quanto ao ganhador do Oscar, Matthew McConaughey, esse comprova que mereceu o prêmio.

No fim, Interestelar é um dos filmes mais ambiciosos da carreira de Nolan e até mesmo da história do cinema. Mesmo com pequenos problemas, nenhum deles irá te impedir de aproveitar essa que é uma emocionante e animadora ficção científica de primeira e facilmente um dos melhores filmes do ano.
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 13 de setembro de 2015
O diretor Nolan é conhecido por trabalhos, que conseguem mexer com sua mente, foi assim em todos os seus trabalhos, até na trilogia Batman. E nesse Interestelar novamente ele acerta a mão, com uma direção de qualidade. Achei o filme, emocionante, com mensagem incrível de amor, preocupação. Tudo no filme é grande, do seu elenco até a trilha assombrosa de Zimer. DECISÕES DETERMINAM DESTINOS!!!!!!
Gustavo A.
Gustavo A.

22 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de novembro de 2014
O filme é realmente impecável, com um final totalmente surpreendente! Só que surpreendente mesmo é que o filme é totalmente entendível, principalmente o seu final, totalmente inovador. As conexões do começo com o final do filme também ficaram muito boas! E fora tudo mais, contamos com atuações simplesmente MARAVILHOSAS de Matthew McConaughey, Anne Hathaway e as duas atrizes que fazem a Murph (principalmente Jessica Chastain). Revolucionador e efeitos maravilhosos: recomendo e torço que seja o sucesso que deve ser!
Paulo Roberto O.
Paulo Roberto O.

14 seguidores 8 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de novembro de 2014
O filme é muito bom, bem projetado, e com uma história incrível.
Recomendo todos a verem.
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