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Um visitante
3,0
Enviada em 8 de abril de 2019
Uma comédia romântica genérica inofensiva que não acrescenta em nada ao gênero nem insta discussões relevantes sobre relacionamentos. Mas os dois protagonistas são carismáticos e o humor é bem colocado.
Assisti ao filme 2 vezes. Na primeira, até cheguei a me emocionar, mas não tanto quanto na segunda vez. O filme acerta por fugir daquele protocolo de filmes tristes em que um dos parceiros morrem. O foco NÃO é o momento da morte ou a doença. Aliás, o foco nem mesmo é o que ESTÁ acontecendo, pelo menos não APENAS o presente. O retorno ao passado é o que dá essência ao filme. E mais! É o que embasa todo o enredo do presente. As cartas... ah, as cartas! Elas dão um tom totalmente lírico aos acontecimentos. Se há algo que potencialmente emociona, então esse algo são as cartas. Mas quem procura um romance no estilo Nicholas Sparks ou John Green pode se decepcionar. O filme mescla comédia com lágrimas. O filme não abusa (aliás, nem se utiliza muito) de cenas românticas, com sexo ou discursos de "perdidamente apaixonados". Na minha opinião, é exatamente isso que transforma todo o sentimento próximo do real. Torna a dor da perda tão palpável, digamos que... "sentível" por quem assiste. Vale a pena assistir, mas, como alguns já disseram, é um romance normal, com acontecimentos que qualquer um de nós poderíamos vivenciar.
Esse é um filme bom que faz você querer acreditar de todo modo no amor e viver um amor semelhante ao filme. Porém o filme não te cativa por inteiro, você se emociona, ri, chora, porém algumas vezes você nota que está perdida no filme, porque você se desconcentrou. Não é de se esperar logo no inicio que o homem fique doente e mora, mas durante o resto do filme falta fatos que quebrem a expectativa do expectador assim como no inicio. O fato dela receber recados do marido morto chama a atenção, mas a monotonia que eles se tornam fazem você se desconcentrar. Apesar de tudo eu recomendo o filme.
Um bom enredo que poderia ser contado de outra forma Do latim post scriptum: a abreviatura . designa alguma coisa que vem escrita depois da assinatura em uma carta. (. I Love You, 2007) O livro homonimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern serve de base para o roteiro do longa. A grandiosa cena de abertura do filme gera mais expectativa do que a apresentação do início de um grande filme, pela fraca narrativa que revelou a falta de verosimilhança no romance dramático entre Holly (Hilary Swank) e Gerry (Gerald Butler) que deixa a desejar: Nada contra locadores de limousines mas Gerry deveria ser no mínimo um redator de fanzine - para citar um dos aspectos falhos - na construção de seu personagem (...) Mas o filme ganha folego com a nostalgia emprestada por Judy Garland (uma das estrelas mais famosas dos musicais da Broadway) cantando em grande estilo, e Holly fazendo um karaoque dramático, assistindo a em um filme exibido na TV. Entretanto deve-se levar em conta momentos hilários em que parte da tridimensionalidade dos personagens é exposta: em Holly quando sua mãe Patricia (Kathy Bates) tras a baila o comentário que ela estava sem tomar banho e com Daniel (Harry Connick Jr.) dizendo que é mais barato namorar do que pagar prostitutas. Os diálogos entre os personagens de Holly e Daniel surpreendentemente é que dão força a narrativa que deveria seguir assim por todo pecurso da história. Trata-se de um filme com um bom enredo mas que poderia ser contado de outra forma.
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