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Davi P.
13 seguidores
16 críticas
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5,0
Enviada em 4 de agosto de 2015
exelentes cenas de luta que nunca vi igual,apesar que ong bak 2 não vi muita ligação com ong bak 1 e um dos melhores franquias voltada para artes marciais...
Filme: ONGBAK 2 - O Começo #ongbak Assistido: 21-8-23 Elenco: @tonyjaaofficial @bigxmack Modelo: #artemarcial #artmarcial #ação #action Duração: 1h 38m Ano: 2008 Minha opinião: muitos misturam Ong Bak com o Protetor. Aqui no Brasil lançaram um com o nome do outro e vice-versa. Vamos a um resumo: Ong Bak 1 (2003), O Protetor (2005) o melhor filme de Tony Jaa e para onde lançou ele para o Mundo em minha opinião. Ong Bak 2 (2008), Ong Bak 3 (2010), O Protetor 2 (2012). Ong Bak 1 se passa nos dias de hoje, enquanto Ong Bak 2 se passa em um passado medieval. E quando Tony é uma criança e é colocado para uma luta com animais ele se rebela e o tirano Tien e foge. E é criado por Chermang onde o treina para se tornar o melhor. E assim o filme traz ótimas lutas com vários estilos de luta. Até que chega ao final onde Tien volta até que tudo do passado retorna mas com inimigos maior. E quem será? E assim segue ao final com ótimas lutas e coreografia. Um filme com orçamento baixo a lutas e coreografia é oque salva o filme. Roteiro deixa a desejar e o enredo também. Vale apena assistir? A ação vale apena. Nota: 6,5
Ong Bak 2,traz uma enorme diferença ao seu primeiro a história toma um rumo totalmente diferente do seu isso não implica em ser um bom filme,quer dizer,apenas as cenas de luta,trazidas pelo o grande Tonny Jaa,que agrada,pois o elenco é bem despreparado e talvez ndo,somente o que vale são as belas cenas de luta que o filme proporciona.
Se Ong Bak 2 fosse uma pessoa, seria aquele tio no churrasco que fala que sabe capoeira, kung fu e breakdance ao mesmo tempo – e, surpreendentemente, sabe mesmo. Tony Jaa, o homem-elástico das artes marciais, volta aos tempos medievais tailandeses para provar que cinema de ação não precisa de roteiro complexo, só de socos, chutes e uma coreografia que faz seu joelho doer só de assistir.
A trama? Ah, sim, existe uma: Tien (Jaa) é um órfão que vira um misto de ninja, dançarino ritualístico e justiceiro vingativo. Se você espera explicações profundas sobre a dança mascarada ou o contexto histórico de Ayutthaya, sinto informar que o filme prefere gastar seu tempo mostrando Tony Jaa escalando árvores, lutando com crocodilos e aplicando golpes que desafiam as leis da física (e da empatia pelos dublês).
Mas quem liga para coerência quando as cenas de ação são cinema absoluto? Cada sequência é uma aula de como filmar artes marciais sem cortes frenéticos ou CGI escancarado. É puro suco de adrenalina, com Jaa fazendo parkour em cenários exuberantes e brigando como se o roteiro dependesse da quantidade de ossos quebrados por minuto.
E aqui vai o argumento mais irrefutável: Todo pai reconhece um filme casca-grossa. Se o seu velho assistiu num CD pirata, deu aquela pausa pra ir buscar uma Skol e voltou falando "Isso aqui é cinema, filho!", pode ter certeza – Ong Bak 2 é uma obra-prima do caos marcial. A crítica massacrou? Claro, críticos gostam de filmes que explicam coisas. Já os pais (e os fãs de porradaria lírica) sabem que, às vezes, tudo que você precisa é de um herói que dança, escala e soca sem piedade.
"Filme bom do caralho". Assista, chore pelos dublês e agradeça ao universo por Tony Jaa existir.
O filme que não tem ligação nenhuma com o Ong Bak 1, trás uma temática até mais profunda , apesar de ser a maior parte em lutas ( belíssimas ), o longa tenta flutuar por um roteiro que desperte surpresa, não fazendo o roteiro assim um perda total. As cores do filmes também chama atenção, são bem ousadas e possuem uma personalidade única, o trabalho de maquiagem é um ponto a se destacar, entretanto o que chama mais atenção com certeza são as lutas bem articuladas e com uma ótima sicronização com a sonoplastia, realmente muito bem ensaiadas e planejadas. Infelizmente o trabalho de edição deixa a desejar, com erros toscos de edição e figurino, como cavalos falso, e efeitos de fogo totalmente artificiais, os ângulos de filmagens de algumas cenas também não ajudam na baixa produção do filme. Em suma o filme é uma ótima opção para quem procura um filme com cenas de lutas de alto nível, mas não quer se aprofundar em um roteiro complicado e cansativo.
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