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Daniele P
1 seguidor
13 críticas
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4,5
Enviada em 16 de agosto de 2019
Tive que assistir pela segunda vez, pois esse filme precisa de uma boa dose de disposição, apesar de ter Judy Garland como o ícone máximo da produção, para não lhe desmerecer como o fiz na primeira assistida. Nessa segunda investida o que me fez aumentar as estrelinhas foi enxergar a metaliguistica às avessas e confirmar ainda mais o talento monstruoso de Judy Garland. Cada número no qual ela aparece prende toda a sua concentração. Existem muitas questões a serem exploradas nesse remake de 1954, mas vou me ater apenas ao talento de Judy porque o filme é ela e parte sobre ela mesma. Os defeitos para mim são seu tempo exageradamente prolongado bem como as cenas de fotos dialogadas as quais eu sinceramente não compreendi muito bem o que se quis transmitir com elas (se alguém souber por gentileza me esclareça). Tudo me pareceu muito confuso não tendo a necessidade de trocar as cenas reais por fotos. No mais, essa versão de Nasce uma estrela é muito rica pela beleza dos números de Judy (que de fato teve seu Oscar roubado não por Grace Kelly, mas pela academia em negar -lhe tal reconhecimento... mas Judy era muito maior que um pedaço de ouro...), da sua fotografia bem como o figurino. Subiu as estrelinhas no meu conceito.
Um clássico do cinema e de difícil avaliação, já que ele começa muito bem, já mostrando o drama de Norman Maine (James Mason) que irá permanecer por todo o filme, as interpretações estão excelentes, Judy Garland como Vicki Laster dá uma show de voz e atuação, a direção também é muito boa, só acho que no meio do filme ele se torna um pouco repetitivo e cansativo, mas na última meia hora o filme volta a encantar e encerra com um final maravilhoso. A vida privada dos artista é muito menos glamorosa do que imaginamos e alguns "famosos" tentam se agarrar as manchetes de qualquer jeito e pagam um preço muito alto por essa dependência.
Esther Blodgett (Garland) é uma crooner de uma banda de jazz que chama a atenção por acaso do decadente ator Norman Maine (Mason). Ele convence seu produtor, Oliver Niles (Bickford) a dar um papel a ela, que logo a transformará em nova sensação de Hollywood, como Vicky Lester.
Mais em: https://magiadoreal.blogspot.com/2021/12/filme-do-dia-nasce-uma-estrela-1954.html
Que talento! O filme com mais performances icônicas de Judy Garland, e uma delas é 'Someone at Last' além de muitas outras como 'The Man That Got Away', uma trilha sonora versátil que combina super bem com o filme.
Na era dos musicais, uma das músicas citadas acima, no qual ela faz o a famosa 'mãos de Jazz' que é a capa do cartaz do filme, trouxe vários tipos de estilos em um mesmo, como se diversificando em culturas como a do Brasil, Chinesa, Africana entre outras se mostrando uma artista aberta a novos tipos de culturas, realmente incrível, uma trilha de excelência e essa é ela Judy Garland, a rainha dos musicais!
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