Pulp Fiction - Tempo de Violência: Recentes críticas
Pulp Fiction - Tempo de Violência
Média
4,6
5150 notas
186 Críticas do usuário
5
96 críticas
4
43 críticas
3
12 críticas
2
19 críticas
1
9 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Luiz Marcelo (Padreco)
20 seguidores
118 críticas
Seguir usuário
4,5
Enviada em 21 de fevereiro de 2026
Filme totalmente maluco e aleatório, mas que você vai amar. Primeiro seu elenco recheado de grandes estrelas e que fornecem personagens incríveis. Filme extremamente dinâmico, com boa ação e com vários acontecimentos aleatórios. Trilha sonora maravilhosa, uma das melhores trilhas sonoras do cinema de todos os tempos. E cheio de humor ácido e que funciona muito bem. Pulp Fiction é uma lenda do cinema, que todos deveriam assistir no mínimo uma vez na vida. Nota 10 para o Diretor.
spoiler: Um bom filme, porém fragmentado na qual vc vai interligando ao decorrer do filme. Sem final. Apenas demonstra crimes e violencia rodeados pelos principais do filme. Otima ambientação e ótima atuação, apesar das pontas soltas não saciarem a quem deseja um final.
*Pulp Fiction* não é um filme sobre crime. É um filme sobre **escolhas**, **acaso** e **consequências**, contado da forma mais anti-convencional possível. Quentin Tarantino desmonta a narrativa tradicional e reconstrói a história como um mosaico de episódios que só fazem sentido completo quando o espectador aceita jogar o jogo proposto.
Desde a cena inicial no restaurante, o filme já deixa claro seu tom: diálogos longos, aparentemente triviais, carregados de personalidade e tensão latente. Conversas sobre hambúrgueres, gorjetas ou massagens nos pés coexistem com assassinatos, overdoses e decisões morais irreversíveis. Essa banalização do cotidiano em meio à violência é um dos pilares do filme.
Vincent Vega é o personagem que melhor representa esse universo. John Travolta entrega um criminoso despreocupado, quase infantil, cuja postura relaxada contrasta com o caos que o cerca. Ele não é exatamente inteligente, nem cruel — apenas irresponsável. Sua morte repentina, fora de ordem cronológica, reforça uma das mensagens centrais do filme: no mundo de *Pulp Fiction*, não existe proteção narrativa. Erros banais custam caro.
Jules Winnfield, por outro lado, é o eixo filosófico do filme. A famosa citação de Ezequiel 25:17 funciona como um símbolo em transformação. No início, é apenas um discurso estiloso para justificar a violência. No final, após sobreviver a algo que ele interpreta como um milagre, a mesma passagem passa a representar redenção e mudança. Jules não se torna um herói — ele apenas decide sair do ciclo.
A história de Butch Coolidge amplia ainda mais essa lógica moral. Ao quebrar o acordo com o chefe do crime, ele entra em rota de colisão com o destino. Ainda assim, quando confrontado com uma violência ainda mais degradante, faz uma escolha inesperada: retorna para salvar quem deveria odiar. Essa decisão não o redime completamente, mas o diferencia. Em *Pulp Fiction*, sobreviver não depende apenas de força ou sorte, mas de escolhas pontuais feitas sob pressão extrema.
A estrutura fragmentada do filme não é mero exibicionismo. Ela reforça a ideia de que o tempo é relativo e que o significado dos eventos muda conforme o contexto. Um mesmo personagem pode parecer banal em um segmento e trágico em outro. A experiência do espectador é ativa: é preciso conectar peças, reinterpretar cenas e rever julgamentos.
Apesar da violência gráfica e do humor ácido, o filme é surpreendentemente reflexivo. Tarantino cria um universo onde criminosos discutem moral, destino e arrependimento sem nunca se tornarem exemplos positivos. O charme está justamente nessa contradição.
*Pulp Fiction* é um clássico não apenas por sua estética, trilha sonora icônica ou diálogos memoráveis, mas porque redefiniu o que um filme independente podia ser. Ele influenciou uma geração inteira de cineastas e mostrou que narrativas quebradas, personagens ambíguos e violência estilizada podiam coexistir com profundidade temática.
Pulp Fiction foi dirigido por Quentin Tarantino que também participou do roteiro ao lado de Roger Avary. O filme recebeu 7 indicações ao oscar de 1995:Melhor roteiro original, melhor filme, melhor ator (John Travolta), melhor ator coadjuvante ( Samuel L Jackson), melhor atriz coadjuvante (Uma Thurman), melhor diretor e melhor montagem, venceu apenas a primeira categoria mencionada. Na trama, acompanhamos Vincent (John Travolta) e Jules ( Samuel L Jackson) que são 2 assassinos profissionais que fazem cobranças para um poderoso gângster. Vincent é chamado para sair com a namorada do seu chefe Mia (Uma Thurman) e se apaixonar. Enquanto que paralelamente, Butch (Bruce Willis) é um pugilista que vence uma luta que deveria ter perdido. Podemos dizer que esse foi o filme que abriu as portas para Tarantino e influenciou uma série de filmes que vieram mais tarde. A descontraída com o roteiro foi escrito ( com 3 histórias) que parecem soltas, pois não são linear, mas acabam em algum momento se conectando. A forma como o filme trabalha as suas montagens é algo impecável. Talvez para os mais novos seja algo simples, mas para época foi grande demais. A forma cuidadosa como os diálogos acontecem (quase sempre em duplas) é um outro ponto alto do filme. Sem conta nos elenco vasto e de qualidade que temos na trama e na discreta participação do próprio Tarantino no filme. Não da pra negar que o filme foi um fenômeno pop.
Um filme atemporal que fica cada vez melhor quando se vê novamente. Com um roteiro, na minha opinião, perfeito, Pulp Fiction se destaca como a maior obra de Quentin Tarantino e um dos melhores filmes já feitos.
- Histórias soltas, uau, galera, confere só: o amigo do Samuel Jackson que gosta de drogas é morto pelo Bruce Willis. Tão profundo e cheio de camadas, uau.
- Humor tosco (autoexplicativo).
- Muito pouco desenvolvimento de personagem. De repente, o Jules quer seguir o caminho certo e deixar para trás seu trabalho como mafioso porque algumas balas o perderam. OK, Tarantino, ótima escrita.
- Música esquecível (cite uma música desse filme além da música dos créditos, ha, você não consegue).
- O ritmo é péssimo e o filme tem sua melhor cena nos primeiros vinte minutos.
- Começa com o casal no restaurante e o filme não os aborda até o final (WTF, Quentin, você esqueceu seus próprios personagens??).
Etc. Esse filme é superestimado até a morte, apesar de ser superficial e esquecível. Você assiste uma vez e nem sabe para onde a história vai porque o Quentin não consegue escrever uma história em ordem que faça sentido. Não há nenhum detalhe e parece que foi escrito por um adolescente de 12 anos que não consegue parar de dizer a palavra "N". No entanto, a base de fãs fanáticos adora fingir que é Shakespeare e que você precisa de um QI alto para entender. Patético.
EDIT - outro motivo que esqueci de mencionar - Nem sabemos por que eles queriam o que está na maleta. O Quentin deveria ter feito 20 filmes de preparação, introduzindo cada personagem, terminando cada um com um clipe do Marcellus Wallace dando um passo mais perto de obtê-la.
"Caminhando em direção à minha sala, olhei para ele e disse: 'Você é o que você faz."
Sinopse: Assassino que trabalha para a máfia se apaixona pela esposa de seu chefe quando é convidado a acompanhá-la, um boxeador descumpre sua promessa de perder uma luta e um casal tenta um assalto que rapidamente sai do controle.
Crítica: "Pulp Fiction", lançado em 1994, é um marco do cinema que completou 30 anos em 2024. Dirigido por Quentin Tarantino, o filme revolucionou a narrativa cinematográfica e deixou uma marca indelével na cultura pop.
Uma das principais forças de "Pulp Fiction" é seu roteiro não linear, que entrelaça múltiplas histórias e personagens de maneira surpreendente e envolvente. Essa estrutura inovadora não apenas desafia as convenções tradicionais, mas também mantém o espectador atento a cada reviravolta e conexão.
As performances são outro destaque. O elenco estelar, incluindo John Travolta, Uma Thurman, Samuel L. Jackson e Bruce Willis, entrega atuações memoráveis que se tornaram icônicas. Jackson, em particular, brilha como Jules Winnfield, e suas falas se tornaram parte do léxico cultural. A química entre os personagens é palpável, tornando as interações diálogos fascinantes e impactantes.
Tarantino também é conhecido por seu uso de diálogos afiados e bem construídos, e "Pulp Fiction" não é exceção. As conversas cotidianas coincidem com temas profundos, criando uma sensação de autenticidade que faz o espectador refletir. O humor negro que permeia o filme faz com que, mesmo em momentos de tensão, a experiência cinematográfica seja leve e divertida.
A trilha sonora é outro aspecto que merece elogios. As músicas escolhidas refletem a era e a atmosfera do filme, adicionando uma camada extra de envolvimento emocional. As canções se entrelaçam perfeitamente com as cenas, contribuindo para a construção das narrativas.
Além disso, "Pulp Fiction" teve um impacto duradouro na indústria do cinema, inspirando uma geração de cineastas e contribuindo para o renascimento do gênero de filmes independentes nos anos 90.
Em resumo, ao celebrar 30 anos de "Pulp Fiction", é impossível não reconhecer sua importância e influência no cenário cinematográfico. O filme continua a ser um ícone que desafia o tempo e continua a fascinar novas gerações de espectadores.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade