No ano de 1984, quando a ditadura militar se enfrequece, dois jovens baianos de 16 anos começam a perceber que estão vivendo uma fase importante do país. A descoberta do contexto político, com as eleições diretas para Presidente, mistura-se às descobertas sexuais e ao fim da adolescência.
Nessa metáfora poética sobre uma guerra sangrenta, um fato inesperado se torna real: um encontro do passado com o presente, da barbárie com a arte. Um soldado vindo da Guerra do Paraguay se encontra uma trupe de teatro dos dias de hoje.
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