Um solitário Deus, vestido impecavelmente, se suicida ao cortar-se com uma navalha. A Mãe Terra surge da morte, e com sêmem do morto fertiliza-se dando origem a Humanidade, um bebê debilitado e torturado durante toda sua existência por seres sem face.
A composição do filme é dada a partir de uma imutável tela azul, acompanhada de uma trilha sonora densamente entrelaçada de vozes e efeitos sonoros, além da tentativa musical de transmitir um retrato das experiências de Derek Jarman (diretor) com a AIDS, ao mesmo tempo em que realiza uma exploração dos significados associados com a cor azul.
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