“Meu filho viu Lawrence da Arábia no celular”: CEO da Netflix acredita que Barbie e Oppenheimer teriam o mesmo impacto sendo lançados direto na plataforma
Ana Pilato
Fanática por filmes e séries, Ana possui um acervo de informações aleatórias sobre cultura pop e gosta de encarar câmeras imaginárias como se estivesse em Fleabag ou The Office.

Para Ted Sarandos, o sucesso de um filme nada tem a ver com o tamanho da tela.

O time da Netflix tem certeza absoluta de que eles definem a indústria do cinema atualmente. Ted Sarandos, CEO da empresa, afirmou ao The New York Times que o sucesso de Barbie e Oppenheimer teria sido o mesmo se o lançamento dos filmes ocorresse diretamente na plataforma.

"Ambos os filmes seriam ótimos para a Netflix. Eles definitivamente teriam desfrutado de um público igualmente grande. E não acho que haja qualquer razão para acreditar que certos tipos de filmes funcionem ou não [no streaming]. Não há motivo para crer que o filme em si é melhor em determinado tamanho de tela. Meu filho é editor. Ele tem 28 anos e viu Lawrence da Arábia no celular."

Ah, sim, esse é exatamente o jeito que David Lean queria que sua obra-prima fosse vista: em uma tela que cabe no seu bolso! E, durante a entrevista, Sarandos também aproveitou para parabenizar o responsável pelo sucesso de Bebê Rena. Richard Gadd? Não: o algoritmo da Netflix, é claro.

"Houve um tempo em que algo como Bebê Rena sequer seria visto nos Estados Unidos. [...] A série é muito, muito grande no Reino Unido, então o algoritmo a escolhe e começa a mostrar cada vez mais, porque quando algo é tão grande em um país, provavelmente tem muito público fora dele também, e tem sido um enorme sucesso em todo o mundo.”

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