Média
2,6
publicações

Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.

críticas da imprensa

Variety

por Scott Foundas

"Ted 2" é, certamente, o último filme que você esperaria ver citar os escritos do antropólogo Dawn Prince-Hughes sobre a essência da consciência humana. Mas, à sua própria maneira docemente subversiva, esta pode ser exatamente a mensagem de tolerância que os EUA precisem no momento.

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Almanaque Virtual

por Celso Rodrigues Ferreira Junior

A mera repetição de piadas que funcionaram bem em “Ted” faz desta continuação uma simples cópia do longa anterior. Se não é o suficiente para transformá-lo em um filme ruim, tampouco é o bastante para fazer com que “Ted 2” esteja à altura do primeiro.

A crítica completa está disponível no site Almanaque Virtual

CineClick

por Pedro Tritto

"Ted 2" consegue manter a maioria das qualidades que fizeram do primeiro filme uma boa comédia. Mais uma vez temos efeitos muito bons, uma direção segura de Seth MacFarlane, um elenco talentoso e uma enxurrada de referências hilárias à cultura pop.

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Collider

por Matt Goldberg

MacFarlane claramente tem mais liberdade e confiança para fazer o filme que ele quer. Às vezes essa indulgência é interessante, outra vez ela se torna um sofrimento com tantos exageros em busca de uma única piada excelente.

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O Globo

por Carlos Helí de Almeida

“Ted 2” é a prova de que até o humor politicamente incorreto, que não perdoa gênero, raça ou credo, tem seus momentos de exaustão. Ou, no mínimo, exibe um certo cansaço criativo de seu autor, o humorista Seth MacFarlane...

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Screen Rant

por Kofi Outlaw

Embora seja feito de modo mais maduro, "Ted 2" parece episódico ao invés de criativo, e acaba parecendo apenas mais do mesmo. [...] O equilíbrio entre emoção, razão e piadas maliciosas faz de "Ted 2" um bom filme em geral, mas isso também é, ironicamente, a mesma coisa que prejudica o humor.

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Télérama

por Jérémie Couston

Após uma tentativa frustrada em um banco de esperma e uma avalanche de piadas hilárias e grosseiras, a comédia experimenta uma incursão política um pouco arriscada, comparando o combate de Ted pela adoção com o das comunidades negras ou homossexuais.

A crítica completa está disponível no site Télérama

Cinepop

por Renato Marafon

...um subproduto daquilo que ele mesmo parodiava… Ao contrário do ursinho protagonista falante do título, a sequência é um filme sem alma e sem coração. Algumas das grandes piadas do filme acabam gerando risadinhas de vergonha alheia...

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Cineweb

por Rodrigo Zavala

MacFarlane, no entanto, acaba perdendo um pouco o rumo ao incorporar à história subtemas, como a volta do obsessivo Donny (Giovanni Ribisi). Envolvendo, agora, até o CEO da gigante de brinquedos Hasbro, o vilão quer mais uma vez sequestrar Ted, mas este desvio leva o filme a perder ritmo.

A crítica completa está disponível no site Cineweb

ScreenCrush

por Matt Singer

Esta é a jornada de um insuportável misantropo e um pobre fracassado. "Ted" tira sarro de cada minoridade, etnia e orientação sexual possível, e depois fica chateado quando seus próprios direitos não são garantidos.

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Chicago Sun-Times

por Glenn Kenny

Além de piadas raciais, "Ted 2" oferece um número impressionante de piadas sobre maconha, em que umas duas são levemente engraçadas, ou ao menos mais engraçadas que as piadas de estupro. [...] A subtrama do primeiro filme é reciclada, mas funciona bem pior que a do primeiro.

A crítica completa está disponível no site Chicago Sun-Times

Papo de Cinema

por Robledo Milani

A relação entre o marmanjo e o brinquedo, a influência de um no outro e o linguajar desbocado e sem freios que tinham entre eles se perdeu. Tudo o que resta é uma continuação desnecessária que nunca chega a dizer a que veio.

A crítica completa está disponível no site Papo de Cinema

Rolling Stone

por Hamilton Rosa Junior

Em Ted 2, MacFarlane quer alinhavar o maior número de piadas por minuto, mesmo que algumas sejam ruins. Aos poucos, o filme começa a soar longo e a graça já não aparece tanto. Uma pena, porque o mote é promissor.

A crítica completa está disponível no site Rolling Stone

The Playlist

por Drew Taylor

Este é um filme longo (115 minutos), moderadamente desagradável, pulando de uma piada "ultrajante" da cultura pop à próxima piada sem o menor objetivo, e sem a diversão irreverente do primeiro "Ted"

A crítica completa está disponível no site The Playlist

Critikat.com

por Josué Morel

O fato que Ted seja um bicho de pelúcia (mesmo vulgar ou sexual) não tem mais importância [...] Ele não passa de um adolescente tardio e mal construído, assim como seu companheiro de cena interpretado por Mark Wahlberg, mas em versão menor.

A crítica completa está disponível no site Critikat.com
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